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Encontro entre o biólogo e uma jararaca chama atenção nas redes sociais e reforça orientações sobre como agir diante da serpente
Um vídeo que mostra uma jararaca a poucos centímetros de um biólogo em uma área de mata de Jaraguá do Sul, no Norte de Santa Catarina, chamou a atenção nas redes sociais nesta semana.
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As imagens despertaram curiosidade e também levantaram dúvidas sobre o comportamento da serpente, considerada a cobra mais perigosa do Brasil.
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Publicado na quarta-feira (5), o registro mostra o biólogo Gilberto Ademar Duwe, da Fujama (Fundação Jaraguaense de Meio Ambiente), próximo a um dos maiores exemplares de jararaca já resgatados no município.
Apesar da curta distância entre os dois, o animal permanece tranquilo e não apresenta comportamento de ataque.
Conhecido como Giba nas redes sociais, o biólogo aproveitou o registro para desmistificar a fama da espécie. Segundo ele, serpentes peçonhentas não atacam pessoas de forma espontânea.
“As serpentes peçonhentas não picam as pessoas por prazer. Elas fazem isso para se defender. Quando elas não se sentem ameaçadas, elas simplesmente seguem a vida delas e vão embora”, explica.
O profissional também orienta que, ao encontrar uma serpente, a recomendação é manter distância e evitar qualquer tentativa de capturar ou provocar o animal.
Jararaca é a cobra mais perigosa do Brasil
A jararaca é uma das serpentes peçonhentas mais comuns em Santa Catarina. A espécie pode atingir cerca de 1,20 metro de comprimento e se alimenta principalmente de ratos, pequenos roedores, rãs, sapos e lagartos.
Apesar da fama de perigosa, a jararaca tem papel fundamental no equilíbrio ambiental. Ela ajuda a controlar populações de roedores e outros pequenos animais, além de fornecer compostos presentes na peçonha que são utilizados no desenvolvimento de medicamentos.


