Combustível adulterado: suspeito preso diz que obedecia “Gaspar”


O suspeito, de 40 anos, preso por estelionato ao tentar abastecer cerca de 700 litros de diesel com documentação falsa, nesta sexta-feira (30/1), em um posto de combustível no Guarujá, litoral de São Paulo., disse, durante interrogatório, que agia a mando de um homem conhecido como “Gaspar”, com quem mantinha contato por aplicativos de mensagens, e que o combustível seria transportado para outras cidades do estado. A versão, porém, não condizia com a documentação, que indicava destino local, reforçando a suspeita de fraude.

Máfia do diesel

A polícia apreendeu os galões, a documentação falsa e o telefone celular do suspeito, que foi conduzido à delegacia e permanece à disposição da Justiça. O caso foi registrado como tentativa de estelionato e falsidade ideológica. A investigação aponta que o suspeito agiu de forma consciente, usando documentos falsos para obter vantagem ilícita e induzindo os funcionários do posto ao erro.

Até a chegada da polícia, já haviam sido abastecidos 252,57 litros de diesel, o que representaria um prejuízo de cerca de R$ 1.700 ao posto
1 de 3

Até a chegada da polícia, já haviam sido abastecidos 252,57 litros de diesel, o que representaria um prejuízo de cerca de R$ 1.700 ao posto

Divulgação / Polícia Militar

Até a chegada da polícia, já haviam sido abastecidos 252,57 litros de diesel, o que representaria um prejuízo de cerca de R$ 1.700 ao posto
2 de 3

Até a chegada da polícia, já haviam sido abastecidos 252,57 litros de diesel, o que representaria um prejuízo de cerca de R$ 1.700 ao posto

Divulgação / Polícia Militar

Até a chegada da polícia, já haviam sido abastecidos 252,57 litros de diesel, o que representaria um prejuízo de cerca de R$ 1.700 ao posto
3 de 3

Até a chegada da polícia, já haviam sido abastecidos 252,57 litros de diesel, o que representaria um prejuízo de cerca de R$ 1.700 ao posto

Divulgação / Polícia Militar

Segundo o boletim de ocorrência, o homem estava em uma Fiorino com 14 tonéis de diesel e apresentou uma requisição atribuída a uma empresa, que, na verdade, não tinha autorização para o fornecimento. Até a chegada da polícia, 252,57 litros já haviam sido abastecidos, totalizando cerca de R$ 1.704,85, valor que deixou de ser consumido com a intervenção policial.



Metropole