Comerciantes da região do mercado que desabou em Maceió relatam prejuízos financeiros e redução no fluxo de clientes. O incidente ocorreu na última sexta-feira (6/3). A área permanece isolada, com 10 imóveis interditados. Não houve registro de feridos no desabamento.
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O local está fechado desde o incidente. A interdição impede o funcionamento dos estabelecimentos comerciais da região. Defesa Civil e outros órgãos estiveram no espaço e mantiveram o isolamento da área.
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Engenheiros identificaram risco de colapso em parte da estrutura do mercado. Uma parede está ameaçando desabar. A avaliação técnica determinou a necessidade de evacuação e interdição dos imóveis no entorno como medida de segurança.
Os estabelecimentos próximos à estrutura comprometida não conseguem funcionar devido à interdição. Proprietários de lojas, incluindo estabelecimentos de alimentação, estão impossibilitados de abrir seus negócios.
A área interditada fica próxima a uma lanchonete conhecida na região. O estabelecimento de alimentação consegue funcionar porque possui outro espaço do outro lado da rua, onde já operava após uma reforma. Os demais comércios do lado próximo ao mercado não estão funcionando.
Os estabelecimentos fechados começam a contabilizar prejuízos financeiros. A diminuição de clientes na região já é percebida pelos comerciantes locais. Comerciantes que conversaram no local, mas não quiseram gravar entrevista, confirmaram estar no prejuízo por não poderem funcionar desde sexta-feira.
Uma frequentadora de Pernambuco, que não quis se identificar, disse que vem ao local quando está em Maceió. Ela não soube avaliar se a movimentação estava menor por ser segunda-feira, dia em que normalmente está estudando.
A estrutura do mercado que apresenta risco será totalmente demolida. A área permanecerá isolada até que a estrutura com risco seja totalmente demolida. Após a conclusão desse processo, será possível avaliar a liberação da área e dos imóveis interditados.
Não há informações sobre quando a demolição da estrutura será concluída ou quando os estabelecimentos poderão retomar as atividades. A expectativa é que pelo menos a parte isolada, onde a parede está ameaçando, receba atenção prioritária para permitir a reabertura dos estabelecimentos afetados.


