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Copa Feminina deixará legado contra o preconceito, diz ministro


O Brasil sediará a edição de 2027 da Copa do Mundo Feminina. Em entrevista ao Contexto Metrópoles, na manhã desta sexta-feira (7/8), o ministro do Esporte, Paulo Henrique Perna Cordeiro, destacou que a competição será uma virada de chave para a modalidade no Brasil, quebrando preconceitos.

Essa será a primeira vez que a Copa do Mundo Feminina de futebol será realizada na América do Sul. Para o chefe da pasta, o Mundial será o grande legado da gestão contra o preconceito com a modalidade no país.

“A Copa do Mundo, para nós, é encarada como um marco de mudança de paradigma. Mudança de como o povo brasileiro, tão apaixonado por futebol encara o futebol masculino e feminino. Esse é o nosso grande legado, fazer com que mais mulheres e meninas possam praticar futebol sem que se tenha preconceitos ou qualquer outra visão deturpada”, analisou Cordeiro.

O ministro relembrou o período em que o futebol feminino era proibido no país e lembrou que o governo vem trabalhando e investindo na modalidade para que ela seja tão grande quanto o futebol masculino no Brasil.

“A gente sabe que um evento desse nível não começa no apito inicial do primeiro jogo. Sabemos que tem toda uma preparação com a Fifa e a CBF, entre outros ministérios que estão envolvidos para que essa seja a Copa da virada, da mudança. Estamos para fazer a primeira copa da América do Sul, a maior e melhor. Criamos uma secretaria para cuidar exclusivamente da Copa”, destacou.

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do Metrópoles

Cordeiro assumiu a pasta em abril deste ano, ocupando o lugar de André Fufuca (PP-MA), que deixou o cargo após dois anos e sete meses para reassumir o posto de deputado federal.

Paulo Henrique atuou como secretário de Esporte Amador, Educação, Lazer e Inclusão Social do Ministério do Esporte desde de 2023.

Ao Metrópoles, Cordeiro ainda destacou a importância dos programas Bolsa Atleta e Arena Brasil e a criação da Universidade do Esporte.



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