Cruzeiro supera catimba argentina e vence o Boca Juniors na Libertadores | Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro Esporte Clube
Em um jogo quente, recheado de cartões e com faltas duras, o Cruzeiro venceu o Boca Juniors por 1 a 0 em jogo válido pela 3ª rodada da fase de Grupos da Libertadores. LEIA MAIS NOTÍCIAS DO FUTEBOL NACIONAL E INTERNACIONAL ACOMPANHE O ALAGOAS 24 HORAS NO INSTAGRAM O time mineiro tinha um a mais…
Em um jogo quente, recheado de cartões e com faltas duras, o Cruzeiro venceu o Boca Juniors por 1 a 0 em jogo válido pela 3ª rodada da fase de Grupos da Libertadores.
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O time mineiro tinha um a mais quando Villarreal marcou o gol da vitória – Bareiro foi expulso nos acréscimos do primeiro tempo.
Com o resultado, a Raposa vai à liderança do Grupo D e empata em pontos com o time Xeneize. A vantagem é no saldo de gols. Na próxima rodada, o Boca vai a Guayaquil para enfrentar o Barcelona, lanterna do grupo. Já o Cruzeiro viaja para Santiago, no Chile, para o jogo contra a Universidad Católica.
O JOGO
Jogos tranquilos envolvendo argentinos e brasileiros em noites de Libertadores são raros. No Mineirão, a história não foi diferente. O jogo entre Cruzeiro e Boca Juniors começou nervoso, duro, e nas primeiras vezes que foi exigido, o árbitro Esteban Ostojich teve dificuldades de conduzir a situação.
Até a primeira parada para hidratação, o Cruzeiro era o único a ter chutado uma bola na direção do gol. O Boca foi se soltando e imprimindo seu estilo catimbado de jogar, tentando fazer o tempo passar. Uma das poucas chegadas foi na bola parada, com Arroyo, que passou direto pelo gol.
De falta em falta, os argentinos foram deixando o time mineiro nervoso, o cartões amarelos foram surgindo. A primeira expulsão era questão de tempo, e foi do lado argentino. Bareiro deixou o braço em disputa de bola com Christian, e recebeu o segundo amarelo – o primeiro havia sido em uma disputa com Gerson cinco minutos antes. O primeiro tempo terminou com seis cartões e muita confusão.
Mesmo com um jogador a mais, o Cruzeiro tinha dificuldades na criação. As melhores chances na segunda etapa nasceram da bola parada. De cabeça, Fabrício Bruno por pouco não abriu o placar. O zagueiro aproveitou o escanteio de Matheus Pereira e acabou finalizando pra fora. O Boca Juniors baixou suas linhas de marcação e compactuou sua defesa, e o Cruzeiro tentou aproveitar esse momento chutando a longa distância. Aos 27, Arroyo bateu forte de fora da área. A bola passou muito perto da trave.
Brey fez uma grande defesa aos 35, em uma chegada pela direita de Kauã Moraes. O atacante bateu cruzado, e Kaio Jorge pegou em excelente posição para dominar e bater rasteiro, com destino certo, obrigando o goleiro a usar muito bem os reflexos e os pés.
Os dois centroavantes de Arthur Jorge deram tranquilidade a torcida do Cruzeiro no Mineirão. Matheus Pereira enfiou a bola para Kaio Jorge, que só colocou para Villarreal empurrar para o fundo da rede, fazendo 1 x 0 para a Raposa.
Nos minutos finais, mais confusão e dedo na cara: Blanco fez falta dura em Kauã Moraes, e quase todos os jogadores se envolveram no empura-empura no meio de campo. O árbitro apenas observou, e puniu Costa com um cartão amarelo.
Ao fim da partida, nove cartões amarelos (e um vermelho) haviam sido distribuídos. Após o apito, mais empura-empura: os argentinos tentaram tirar satisfação com Matheus Pereira, que foi blindado pelo staff cruzeirense. No meio da confusão, um segurança chegou a ser derrubado, mas nenhuma ocorrência mais grave foi registrada.
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