NOS EUA
Ex-jogador analisou o processo de recuperação do camisa 10 e afirmou não ter esperança para os próximos jogos da Seleção Brasileira
Neymar apareceu em campo pela primeira vez desde que chegou aos Estados Unidos com a Seleção Brasileira. No entanto, o atacante ainda não treinou com bola nem foi integrado ao grupo, permanecendo em processo de recuperação da lesão na panturrilha sofrida há exatamente um mês — no jogo entre Santos e Curitiba pelo Campeonato Brasileiro.
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O atacante é tratado como dúvida tanto para a partida contra o Haiti quanto para o confronto diante da Escócia. Apesar de registrar melhora na lesão, as imagens do jogador em campo mostraram apenas um trote leve, acompanhado de um membro da comissão técnica, sem qualquer atividade com bola.
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Michel Bastos avaliou a situação com ceticismo, baseando-se em sua experiência como ex-jogador. “Eu torço muito pela volta do Neymar, mas ao mesmo tempo a gente que jogou bola entende um pouquinho desse processo”, afirmou. Para ele, o estágio atual da recuperação está aquém do necessário para que o atleta possa atuar nos próximos compromissos da Seleção.
Segundo Michel Bastos, para que Neymar pudesse jogar o próximo jogo, ele já deveria estar treinando com o grupo. “Não tenho esperança para o próximo jogo”, declarou. O ex-jogador pontuou que seria necessário, ao menos, que o camisa 10 já estivesse integrado aos treinos coletivos com bola para se pensar em uma possível participação.
Mesmo projetando o jogo contra a Escócia como um prazo mais viável para o retorno de Neymar, Michel Bastos demonstrou ceticismo. “Talvez pensar para o jogo contra a Escócia, mas acho difícil vendo o processo como está”, avaliou. Para o ex-jogador, o atraso na integração do atleta ao grupo é algo que “está tardando” e “está atrapalhando” o planejamento da equipe.
Michel Bastos reforçou que, conhecendo bem o processo de recuperação desse tipo de lesão, seria precipitado esperar Neymar em campo no próximo jogo e ainda fazendo a diferença. “Isso não vai acontecer”, afirmou categoricamente, ressaltando a preocupação com o ritmo da recuperação do jogador.

