Operações foram realizadas em diferentes regiões da capital com o objetivo de impedir a ocupação irregular de vagas. | Foto Jader Ulisses/ Ascom DMTT
O Departamento Municipal de Transportes e Trânsito (DMTT) recolheu 637 cones e 157 objetos diversos usados para reservar vagas de estacionamento de forma ilegal em Maceió entre janeiro e julho de 2026. A Operação Usurpação somou 89 dias de fiscalização em diversas regiões da capital alagoana para combater o bloqueio irregular das vias e garantir…
O Departamento Municipal de Transportes e Trânsito (DMTT) recolheu 637 cones e 157 objetos diversos usados para reservar vagas de estacionamento de forma ilegal em Maceió entre janeiro e julho de 2026. A Operação Usurpação somou 89 dias de fiscalização em diversas regiões da capital alagoana para combater o bloqueio irregular das vias e garantir a livre circulação e rotatividade dos espaços públicos.
Operação combate “privatização” de ruas da capital
As equipes do DMTT percorreram diferentes bairros maceioenses para remover barreiras improvisadas como cones, cavaletes, caixotes e tambores colocados sem nenhuma autorização municipal por comerciantes e moradores.
Além da apreensão dos 794 itens, os agentes realizaram 23 ações educativas diretamente com a população, explicando que a rua pertence a todos e que ninguém pode limitar o uso do espaço coletivo.
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O coordenador de Operações e Policiamento Viário do DMTT, Nicollas Albuquerque, reforça o foco central do trabalho nas vias:
“O objetivo da Operação Usurpação é garantir que o espaço público seja utilizado de forma correta, assegurando a rotatividade das vagas de estacionamento e impedindo a ocupação irregular por meio de cones, cavaletes e outros objetos. Também buscamos coibir situações em que flanelinhas cobram valores para utilização de vagas que são públicas”, destacou.
Flanelinhas e cobrança indevida: como agir?
Outro ponto crítico combatido pelo órgão envolve a atuação de guardadores autônomos que tentam “faturar” em cima do patrimônio público. A gestão municipal alerta que cobrar para permitir que alguém estacione em local público não é apenas proibido, mas pode caracterizar infração penal gravíssima.
Para coibir o problema, o coordenador orienta a população sobre os canais corretos de denúncia:
Segundo Nicollas Albuquerque, sempre que houver reserva irregular de vagas, o cidadão pode acionar o DMTT para que as equipes realizem o recolhimento dos objetos e orientem os responsáveis.
Caso ocorra abordagens intimidadoras ou exigência de pagamento para parar o carro, o motorista não deve ceder. A orientação oficial determina o registro imediato de um Boletim de Ocorrência junto à Polícia Civil de Alagoas, pois a conduta pode se enquadrar no crime de extorsão.
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