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Efeitos colaterais de remédios causam fadiga e sonolência em Jair Bolsonaro, aponta relatório médico enviado ao STF


Defesa apresentou pareceres que apontam estabilidade no quadro geral de saúde do ex-presidente

— Foto: Reprodução

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou novos relatórios médicos ao STF (Supremo Tribunal Federal) detalhando seu estado de saúde atual. De acordo com os documentos encaminhados à Corte, Bolsonaro manifestou sintomas de fadiga, sonolência e instabilidade no equilíbrio corporal, classificados como efeitos colaterais dos medicamentos que utiliza. Os pareceres indicam que ele esteve um pouco mais cansado e indisposto nos últimos dias, embora o quadro geral permaneça estável.

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Os dois pareceres anexados ao processo convergem ao afirmar que o ex-presidente mantém um quadro de saúde equivalente ao da semana anterior e que ele não apresentou novas queixas graves.

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O relatório semanal assinado pelo médico Brasil Caiado aponta que Bolsonaro apresenta certa estabilidade dos sintomas, com evolução satisfatória e sinais progressivos de melhora. Os principais avanços foram registrados no controle da pressão arterial e na redução das crises de soluço, reflexo de um ajuste na medicação iniciado há cerca de um mês.

Ainda segundo o médico, o ex-presidente enfrenta efeitos colaterais persistentes provocados pelos remédios. Para mitigar o impacto e evitar acidentes, Bolsonaro segue uma rotina que inclui dieta rigorosa, sessões de fisioterapia, exercícios regulares e cuidados preventivos focados na redução de quedas e no controle do refluxo gastroesofágico.

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Rotina de fisioterapia e evolução semanal de Bolsonaro

O fisioterapeuta Kleber Antônio Caiado de Freitas também enviou um relatório detalhando duas sessões realizadas com o ex-presidente. No primeiro atendimento, ocorrido na segunda-feira (6), Bolsonaro apresentou boa mobilidade e executou as atividades funcionais de forma normal, sem registrar queixas de dor.

Três dias depois, na quinta-feira, o profissional relatou que o ex-presidente demonstrava maior cansaço e indisposição. Apesar do desgaste físico, ele completou os exercícios propostos. O relatório do fisioterapeuta conclui que Bolsonaro está bem, sem dores agudas, e recomenda a continuidade do tratamento atual.

— Foto: Reprodução

Contexto jurídico e apreensão de arma de Bolsonaro

Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF, expedida no dia 3 de julho.

Além do monitoramento de saúde, a rotina do ex-presidente teve desdobramentos policiais na última semana. Na quarta-feira (8), a Polícia Federal realizou uma operação de busca e apreensão na residência de Bolsonaro. Durante a ação, os agentes apreenderam uma escopeta, que constava como a última arma registrada em nome do ex-presidente.

Com informações de Estadão Conteúdo



Fonte: Gazetaweb