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Em eventos de campanha no Rio, Lula defende prender criminosos, e Flávio fala em ‘guerra’ ao crime


Neste sábado, Romeu Zema (Novo) defendeu uma nova reforma da Previdência e afirmou que poderá ser necessário aumentar o tempo de contribuição para quem está entrando agora no mercado de trabalho, acompanhando o aumento da expectativa de vida.

O candidato disse que a mudança deveria ser planejada para evitar novas reformas no futuro.

Em Campinas, Ronaldo Caiado (PSD) afirmou que é a favor do fim da escala 6×1. A declaração foi dada durante entrevista coletiva e contrasta com a posição adotada por ele dias antes, quando chamou a proposta de “eleitoreira”.

Sobre segurança pública, Caiado disse que quer enquadrar as facções criminosas em uma tipificação que chamou de “terrorismo domiciliar”.

Renan Santos (Missão) também iniciou a campanha deste sábado (22) com foco em segurança pública. O candidato, que chegou à Faculdade de Direito da USP usando um colete à prova de balas, prometeu, caso seja eleito, investir entre R$ 1,3 trilhão e R$ 1,5 trilhão ao longo de dez a 15 anos em um programa nacional de “desfavelização”.

Durante o discurso, também criticou Lula e Flávio Bolsonaro e disse que o país não pode ficar “refém” dos dois.

O candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) criticou a polarização neste sábado (22). Cury disse que apoiadores que ignoram erros dos políticos acabam prejudicando tanto o presidente Lula quanto o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele defendeu ainda o fim do que chamou de ‘torcida” na política’.





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