Escândalo na Itália cita mais de 60 jogadores e tem brasileiros na lista; veja nomes


Um escândalo de grandes proporções vem sacudindo os bastidores do futebol italiano após a revelação de uma investigação da promotoria de Milão que aponta a participação direta ou indireta de dezenas de atletas profissionais em eventos ligados a uma rede de prostituição de luxo. Entre os nomes citados estão Arthur Melo, Olivier Giroud, Achraf Hakimi, Dean Huijsen e Milan Skriniar.

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De acordo com informações divulgadas por veículos como “Tuttosport” e “Corriere dello Sport”, a investigação teve origem em Milão, onde quatro pessoas foram detidas sob suspeita de comandar uma empresa que funcionava como fachada para a organização de encontros exclusivos destinados a clientes de alto poder aquisitivo, incluindo figuras do futebol europeu.

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Embora nenhum jogador tenha sido formalmente acusado até o momento, a lista de nomes mencionados chama atenção pela relevância no cenário internacional. O brasileiro aparece entre os destaques, ao lado de atletas que atuam ou já atuaram em grandes clubes do continente.

A presença dos jogadores na lista, no entanto, não significa necessariamente envolvimento em atividades ilegais. Em muitos casos, os atletas podem ter participado apenas de eventos sociais ou festas organizadas pelo grupo, sem ligação direta com os serviços ilícitos.

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Lista de jogadores com possível envolvimento no escândalo da Itália

  • Arthur Melo
  • Olivier Giroud
  • Achraf Hakimi
  • Dean Huijsen
  • Milan Skriniar
  • Andrea Ranocchia
  • Matteo Ruggeri
  • Soualiho Meité
  • Carlos Augusto
  • Nuno Tavares
  • Rafael Leão
  • Dany Mota
  • Dejan Stankovic
  • Alessandro Bastoni
  • Dusan Vlahovic
  • Gianluca Scamacca
  • Riccardo Calafiori
  • Raoul Bellanova
  • Yann Bisseck
  • Andrea Pinamonti
  • Samuele Ricci

Outros nomes como Petagna, Niasse, Zortea, Vicario, Cancellieri e Mota Carvalho também aparecem em palavras-chave analisadas, mas ainda sem confirmação detalhada individual.

Segundo a investigação, a empresa organizava eventos “all-inclusive” que incluíam hospedagens em hotéis de luxo, festas privadas, acompanhantes e até o fornecimento de substâncias como o gás hilariante, cujo uso recreativo é proibido na Itália.

Esses encontros aconteciam não apenas em Milão, mas também em destinos internacionais conhecidos pelo turismo de luxo, como Mykonos, na Grécia.

As autoridades italianas destacam que a prostituição, por si só, não é crime no país. No entanto, a exploração e o lucro sobre a atividade são ilegalidades graves — foco central da investigação.

A Procuradoria de Milão agora analisa dispositivos eletrônicos apreendidos com os suspeitos, além de dezenas de palavras-chave, que, segundo os investigadores, correspondem a sobrenomes de jogadores, para tentar esclarecer o nível de envolvimento de cada citado.

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Fonte: Gazetaweb