Centro de Patologia e Medicina Laboratorial da Uncisal
O dia 24 de março marca a luta mundial contra a tuberculose e o Centro de Patologia e Medicina Laboratorial (CPML), unidade assistencial da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal), e alerta sobre uma doença que, apesar de milenar, continua sendo um grave desafio de saúde pública. Em sua fase ativa, uma…
O dia 24 de março marca a luta mundial contra a tuberculose e o Centro de Patologia e Medicina Laboratorial (CPML), unidade assistencial da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal), e alerta sobre uma doença que, apesar de milenar, continua sendo um grave desafio de saúde pública. Em sua fase ativa, uma única pessoa infectada, sem tratamento, pode transmitir a bactéria para até 15 outros indivíduos ao longo de um ano.
O contágio ocorre de forma simples e rápida: por vias respiratórias, através da tosse, espirro e da fala ou pelo compartilhamento de ar em ambientes fechados com o paciente. A biomédica e supervisora geral do CPML, Telma Amorim, destaca que o principal obstáculo é o início do contágio através da doença, é silencioso e os primeiros sintomas podem ser confundidos com uma gripe mais aguda, o que retarda a busca por ajuda médica.
.jpg)
.jpg)
“O diagnóstico pode ser feito por meio de um teste rápido de DNA específico para tuberculose pulmonar e extra pulmonar, disponível gratuitamente pelo SUS”, explica a supervisora. Segundo a especialista, os sintomas clássicos da tuberculose pulmonar que devem acender o sinal de alerta são: tosse com catarro por mais de três semanas; febre persistente ao final da tarde; e perda de peso sem causa aparente.
Tratamento e cura
A supervisora do CPML esclarece que, uma vez confirmado o diagnóstico pela rede pública, o tratamento deve ser iniciado de imediato. A medicação e todo o acompanhamento são fornecidos gratuitamente pelo governo. De acordo com Telma Amorim, a adesão rigorosa ao protocolo é a única forma de garantir a cura e evitar a resistência bacteriana.
“O tratamento dura, no mínimo, seis meses. É fundamental seguir corretamente todas as etapas, pois mesmo após o início da medicação, o paciente ainda pode transmitir a doença nos primeiros 15 dias”, ressalta a biomédica. Existem casos de tuberculose extra pulmonar, esses, o diagnóstico e tratamento é a critério médico.
A intervenção rápida e a habilidade médica no diagnóstico precoce são decisivas para interromper a cadeia de transmissão e evitar óbitos. O acompanhamento contínuo é essencial para prevenir recaídas e garantir que a doença seja erradicada no paciente. Caso apresente os sintomas, a orientação é procurar imediatamente a unidade de saúde mais próxima.
Fonte:Source link



