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Família de enfermeira esfaqueada por colega diz que ataque foi premeditado e pede Justiça


Irmão da vítima afirma que ataque foi planejado e relata que Adhara perdeu entre três e quatro litros de sangue durante a agressão

A família da enfermeira Adhara Ferreira dos Santos pede Justiça após a colega de profissão Dayane Santos, suspeita de esfaqueá-la, se apresentar espontaneamente à Polícia Civil. A agressão aconteceu na última terça-feira (18), na porta da casa da vítima, em União dos Palmares.

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Adhara ficou três dias internada no Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió. Segundo o irmão dela, Nathanael Ferreira dos Santos, a enfermeira perdeu entre três e quatro litros de sangue durante a agressão.

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De acordo com o familiar, Dayane teria atingido Adhara três vezes com um canivete. Os golpes teriam atingido a região da virilha, o abdômen e o braço direito, próximo à artéria braquial, segundo o irmão. A agressão só teria sido interrompida depois que a mãe de Adhara entrou na briga para socorrer a filha.

“Até então, a minha mãe estava lá em cima, desceu e foi salvar a vida da minha irmã”, relatou Nathanael.

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Ele afirmou ainda que as duas mantinham uma relação cordial e que a discussão teria sido motivada por fofocas. A família, porém, não soube informar o que teria dado início ao desentendimento, mas defende que a suspeita planejou o ataque.

“Tudo premeditado, tudo calculado para que ela viesse causar um dano maior, causar a morte da Adhara”, afirmou.

A família registrou um boletim de ocorrência, contratou um advogado e acompanha as investigações. “Nós clamamos pela Justiça. Nós cremos que ainda há Justiça neste país”, declarou o irmão da vítima.

A defesa de Dayane afirma que a agressão ocorreu após uma publicação feita por Adhara nas redes sociais.

Em nota, a Polícia Civil informou que Dayane compareceu à delegacia nessa quinta-feira (20), acompanhada do advogado, prestou esclarecimentos e foi liberada. Em depoimento, ela negou a intenção de matar Adhara e afirmou que o ataque ocorreu durante uma discussão, após uma suposta provocação.

A Polícia Civil também esclareceu que, com a apresentação espontânea da investigada, o pedido de prisão preventiva perdeu o objeto e foi retirado. As investigações continuam até a conclusão do inquérito.



Fonte: Gazetaweb