A empresária Mariana Maffeis, filha da apresentadora Ana Maria Braga, colocou um ponto final no seu casamento com o colombiano Badarik González. A relação, aliás, chegou ao fim de maneira pouco amigável, já que ela pediu uma medida protetiva contra o ex-marido, que apareceu chorando nas redes sociais e disse não ser “bandido”.
Sem conversa
O ex-casal teve dois filhos. Embora o fim do casamento só tenha se tornado público nos últimos dias, Mariana e Badarik já estão separados há dois meses. De acordo com o jornal Extra, os dois agora só se falam por meio de advogados.
Em uma live nas redes sociais, o colombiano, que trabalha como professor de ioga, chorou ao falar que deve manter distância da ex-mulher por conta da medida protetiva contra ele e disse que não pode ver os dois filhos.
“O que estão dizendo para eles? Não estou na Colômbia, estou no Brasil. Meus filhos têm direito a um pai. Medida protetiva é algo delicado. Por que não me investigam, então? Não escutaram minha versão (…) Sempre fui um pai presente. Nunca bati nos meus filhos”, disse ele, aos prantos.


Ana Maria Braga e Mariana Maffeis
Reprodução/Redes sociais

Mariana Maffeis de Carvalho, filha de Ana Maria Braga
Reprodução/Instagram @maffeismariana

Ana Maria Braga e Mariana Maffeis
Reprodução/Redes sociais

Mariana Maffeis
Reprodução/ Instagram

Ana Maria Braga, Mariana Maffeis e a família
Reprodução/Redes sociais

Mariana Maffeis concedeu entrevista ao Domingo Espetacular
Se manifestou
Ainda em seu desabafo, ele afirmou que se recusou a assinar o divórcio. “Não consegui conciliação. Não quero atacar ninguém, amo minha esposa, se é que posso falar assim… Eu não assinei o divórcio porque não posso assinar um documento com o que está escrito. Não sou criminoso, não vou cair nessa pegadinha”, afirmou.
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do Metrópoles
A filha de Ana Maria Braga também se pronunciou sobre o divvórcio em um vídeo no YouTube. Ela lamentou a separação e fez uma reflexão sobre padrões que se repetem nos relacionamentos em que vive.
“Eu percebi que realmente eu não poderia mais o ter como companheiro. Isso é dolorido, mas também é libertador. Infelizmente, havia se apresentado também um processo de acomodação. Não da relação, mas da pessoa em si, com as facilidades que encontrou ao meu lado. Parece que é um karma meu”, disse Mariana.




