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Gonet frustra bolsonaristas e pede que STF mantenha medidas cautelares


O procurador-geral da República, Paulo Gonet, frustrou a expectativa de bolsonaristas ao pedir ao STF que mantenha as medidas cautelares contra os denunciados por ele.

O pedido consta em petição enviada por Gonet juntamente à peça em que o procurador denuncia o ex-presidente Jair Bolsonaro e ex-auxiliares por tentativa de golpe de Estado.

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O procurador-geral da República, Paulo Gonet

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

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O ex-presidente Jair Bolsonaro

Igo Estrela/Metrópoles
@igoestrela

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Mauro Cid durante depoimento em CPI no Congresso

Vinícius Schmidt/Metrópoles

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O general Braga Netto foi preso no âmbito da investigação sobre trama para impedir que Lula tomasse posse

Fernando Frazão/ Agência Brasil

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Anderson Torres foi indiciado pela PF

Vinícius Schmidt/Metrópoles

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Alexandre Ramagem

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

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Almirante Almir Garnier, chefe da Marinha sob Bolsonaro, foi indiciado pela PF

Reprodução

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Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira

Agência Brasil

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O general Augusto Heleno, ministro-chefe do GSI no governo Bolsonaro

Hugo Barreto/Metrópoles

“Por fim, a Procuradoria-Geral da República requer: (…) a manutenção das medidas cautelares fixadas contra os denunciados, que permanecem necessárias e adequadas (art. 282 do Código de Processo Penal), notadamente após o oferecimento de denúncias sobre crimes que colocaram em risco iminente o Estado Democrático de Direito e o Governo legitimamente eleito. O conhecimento dos réus acerca das graves imputações que lhes foram feitas reforça a necessidade de se resguardar a ordem pública, a aplicação da lei penal e a higidez da instrução processual”, diz Gonet.

A solicitação frustra bolsonaristas investigados no inquérito, os quais esperavam que, após a denúncia da PGR, fossem liberados de medidas cautelares, como proibição de contato e de viajar para o exterior.

Gonet pede para manter delação de Mauro Cid

O chefe da PGR também pede ao Supremo a preservação das cláusulas ajustadas no acordo de colaboração premiada firmado com o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro e também denunciado.

“(…) a preservação das cláusulas ajustadas no acordo de colaboração premiada firmado com o denunciado MAURO CESAR BARBOSA CID, homologado nos autos da Petição n. 11.767/DF, até a finalização da instrução processual, oportunidade em que serão avaliados os benefícios aplicáveis ao colaborador”, escreveu.



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