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grupo é alvo da PCERJ por sequestros-relâmpago


Um grupo criminoso investigado por cárcere privado, extorsão e lavagem de dinheiro é alvo da segunda fase da Operação Argus, deflagrada nesta sexta-feira (14/8), no Rio de Janeiro (RJ). Quatro pessoas foram presas.

Investigadores da 59ª Delegacia de Polícia (Duque de Caxias) e da Delegacia Antissequestro (DAS) cumprem mandados de busca e apreensão simultaneamente nos municípios de Nova Iguaçu, Duque de Caxias, Mesquita e Rio de Janeiro, além do Paraná. A ação conta com o apoio de equipes do Departamento-Geral de Polícia da Baixada Fluminense (DGPB) e do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE).

Segundo a Polícia Civil, o grupo atuava de forma estruturada, com divisão de tarefas entre os integrantes. Entre as funções identificadas estão a captação e o monitoramento das vítimas, a privação de liberdade, a obtenção coercitiva de dados e senhas bancárias e, posteriormente, a movimentação e ocultação dos valores subtraídos.

Um dos casos que deram origem à investigação envolveu uma vítima mantida refém por aproximadamente oito horas, sob ameaça de arma de fogo, até fornecer senhas e acessos bancários aos criminosos.

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da Coluna Mirelle Pinheiro

O prejuízo causado pelas movimentações financeiras identificadas é estimado em cerca de R$ 500 mil. Na primeira fase da operação, três homens ligados ao grupo foram presos, e policiais da DAS e da 59ª DP libertaram uma vítima que era mantida em cárcere privado.

Nesta segunda fase, os investigadores buscam apreender armas de fogo, munições, dispositivos eletrônicos, documentos financeiros, dinheiro em espécie, bens de luxo e veículos de alto padrão. A ação também busca aprofundar o levantamento da estrutura financeira da organização criminosa e identificar outros envolvidos nos crimes.



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