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Homem morre em relação sexual e família é pressionada a doar órgãos


Homem sofre ataque cardíaco, tem morte cerebral confirmada e família enfrenta briga com instituição sobre doação de órgãos

Reprodução/instagram/icecoldcanpepsi

Nesta semana, a permissão de doação de órgãos para instituições ganhou notoriedade após um caso ocorrido nos EUA. Em maio deste ano, Keith Lott, 47 anos, de Nova Jersey, morreu depois de sofrer um ataque cardíaco durante a relação sexual com a esposa.

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Conforme relatou a esposa, Brook Lott, ele foi levado ao hospital às pressas pelo serviço de emergência depois de espumar pela boca. Na unidade hospitalar, ele precisou de suporte de ventilação mecânica e exames detectaram um inchaço grave em seu cérebro. Três dias depois, teve a morte cerebral decretada.

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Pouco depois de uma hora do ocorrido, conforme informou um jornal local, membros da instituição responsável por fazer a captação de órgãos em Nova Jersey, a NJ Sharing Network, foram até o hospital para tratar com a família a questão da doação dos órgãos de Lott.

O problema é que, no ano anterior, em 2025, o norte-americano havia deixado de ser doador de órgão depois de se converter ao Islã, religião em que, apesar de boa parte dos seguidores serem adeptos a doação, há outros fiéis que não são, pois acreditam que, após a morte, o corpo não deve ser mexido.

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Mas, devido ao fato de ele ter sido inscrito como doador anteriormente, a instituição alegou que isso corresponde a uma espécie de contrato vitalício.

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Fonte: Gazetaweb