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Incomodada com som alto, mãe pede para filho abaixar o volume e acaba sendo espancada


Filho chegou a quebrar porta para continuar agredindo a mãe — Foto: Reprodução/Patos Hoje

Uma mulher, de 52 anos, foi agredida com socos e chutes pelo próprio filho, de 33 anos, após pedir que ele abaixasse o volume do som, na segunda-feira (11). O caso foi registrado no bairro Ipanema, em Patos de Minas, no Alto Paranaíba. ACOMPANHE O ALAGOAS 24 HORAS NO INSTAGRAM Segundo o registro da PM,…

Uma mulher, de 52 anos, foi agredida com socos e chutes pelo próprio filho, de 33 anos, após pedir que ele abaixasse o volume do som, na segunda-feira (11). O caso foi registrado no bairro Ipanema, em Patos de Minas, no Alto Paranaíba.

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Segundo o registro da PM, o agressor consumia bebida alcoólica e ouvia música na casa onde mora com a mãe. Em determinado momento, incomodada com o barulho, a mulher pediu que o filho abaixasse o volume.

No entanto, ele teria se irritado com o pedido e passado a agredi-la com socos e chutes.

Ferida em várias partes do corpo, a vítima tentou se esconder em um quarto, mas foi perseguida pelo filho, que quebrou a porta do cômodo e continuou as agressões. Ainda de acordo com o relato, o homem pegou uma presilha de cabelo e tentou ferir o rosto da mãe.

A mulher informou ainda que foi enforcada e novamente agredida antes de conseguir fugir da residência e pedir socorro.

Mãe pediu medida protetiva contra o filho
Os militares tomaram conhecimento do caso após a vítima procurar uma unidade de saúde do bairro e relatar o ocorrido à equipe médica.

Em seguida, a PM foi até a casa da mulher e encontrou o suspeito. No imóvel, os policiais identificaram indícios de consumo de bebida alcoólica e maconha.

A mulher manifestou interesse em representar criminalmente contra o filho e solicitar uma medida protetiva de urgência. O homem foi preso e encaminhado à Delegacia de Plantão da Polícia Civil.

O g1 questionou a Polícia Civil sobre a permanência da prisão do suspeito e quais medidas foram adotadas em relação ao caso, mas ainda não havia obtido retorno até a última atualização desta reportagem.





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