Possíveis vítimas são alunos matriculados na unidade escolar.
A Justiça de Alagoas determinou a prorrogação, por mais 30 dias, da prisão temporária de um professor municipal suspeito de cometer o crime de estupro de vulnerável contra suas próprias alunas na cidade de Murici. O caso veio à tona em abril deste ano e foi divulgado pelo Alagoas24Horas. A juíza Paula de Goes Brito…
A Justiça de Alagoas determinou a prorrogação, por mais 30 dias, da prisão temporária de um professor municipal suspeito de cometer o crime de estupro de vulnerável contra suas próprias alunas na cidade de Murici. O caso veio à tona em abril deste ano e foi divulgado pelo Alagoas24Horas.
A juíza Paula de Goes Brito Pontes proferiu a decisão após o Ministério Público do Estado de Alagoas (MPAL) ajuizar o pedido de extensão do prazo. O órgão ministerial argumentou que a permanência do investigado na prisão é fundamental para viabilizar o andamento das investigações e garantir a realização de diligências essenciais, como depoimentos e coleta de novas provas, sem o risco de interferências no processo.
De acordo com o Procedimento Investigatório Criminal (PIC), o homem se aproveitava do cargo público de educador para promover os abusos sexuais contra crianças que se encontravam em situação de vulnerabilidade econômica.
Veja também: MP detalha medidas adotadas em investigação contra professor suspeito de abuso em Murici
Histórico Judicial
O histórico do processo revela uma intensa batalha jurídica nos bastidores do Poder Judiciário alagoano:
Como o prazo original desta segunda ordem de prisão estava perto do fim, a Promotoria de Justiça de Murici e a 39ª Promotoria de Justiça Criminal da Capital agiram de forma conjunta e articulada para obter a renovação do isolamento do investigado.
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Compromisso com o esclarecimento dos fatos
As autoridades reforçam que o sigilo e o rigor técnico conduzem as ações para preservar a integridade das vítimas e das famílias. A promotora de Justiça de Murici, Ilda Regina Reis, detalhou o atual momento do caso:
“O Ministério Público reitera que as investigações seguem em andamento no âmbito do PIC, com a adoção de todas as medidas necessárias para o completo esclarecimento dos fatos e eventual responsabilização do investigado”, informou.
O promotor de Justiça Cyro Blatter, integrante da 39ª Promotoria de Justiça Criminal da Capital, complementou que essa atuação do MPAL “destaca o compromisso com a proteção integral de crianças e adolescentes, mostrando que a instituição está agindo de forma firme e articulada no enfrentamento a crimes dessa natureza, que exigem resposta rigorosa e célere do sistema de justiça”.
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