DECISÃO
Decisão mantém entendimento de que não há novos elementos para decretar a medida
A Justiça de Alagoas voltou a negar o pedido de prisão preventiva dos donos da clínica de reabilitação onde morreu a esteticista Cláudia Pollyanne, em Marechal Deodoro.
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O Ministério Público de Alagoas (MPAL) havia recorrido da decisão anterior que já havia negado a prisão, mas o novo pedido também foi indeferido pela Justiça.
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A decisão foi proferida pela juíza Fabíola Melo, da comarca de Marechal Deodoro, que entendeu não haver novos elementos que justificassem a decretação da prisão preventiva dos investigados no caso.
Apesar da negativa, os donos da clínica permanecem presos por outros crimes apurados, como tortura e estupro contra internos da comunidade terapêutica.
O caso aconteceu em agosto do ano passado. Cláudia Pollyanne estava internada na clínica de reabilitação quando, segundo relato do proprietário, teria sofrido um surto no dia 9 de agosto. Ela foi medicada e, no dia seguinte, foi encontrada morta.
Familiares da vítima registraram boletim de ocorrência após receberem a informação de que ela apresentava diversos hematomas pelo corpo em uma unidade de saúde.
Desde então, o caso vem sendo investigado pelas autoridades.
O advogado Napoleão Júnior, que representa a comissão de amigos e familiares da esteticista, afirmou que continuará atuando como assistente de acusação no processo.
Ele também destacou que o Ministério Público ainda pode recorrer da decisão e tentar reverter o entendimento da Justiça no tribunal.



