O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve alta médica e deixou o Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo, na manhã desta sexta-feira (24/4), horas após passar por dois procedimentos médicos, entre eles cirurgia para remover lesão de pele na cabeça.
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O médico do presidente, Roberto Kalil Filho, definiu a lesão como “tumorzinho de pele mais comum” e afirmou que o procedimento ocorreu sem complicações e durou cerca de 1 hora. O presidente não terá restrições, e o dia a dia da campanha à reeleição não será afetado, segundo os médicos.
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Kalil conversou com a imprensa ao lado da dermatologista Cristina Martinez Zugaib Abdalla, responsável pela realização do procedimento cirúrgico. Segundo ela, a lesão foi causada pela exposição solar e é “a mais comum do planeta Terra”. A médica também explicou que a marca foi retirada para evitar crescimento e futuro sangramento.
“O máximo que vai acontecer é ele aparecer de chapéu, como já apareceu outras vezes”, pontuou Kalil.
Segundo os médicos, Lula terá que seguir “a cartilha que todo dermatologista fala” e, daqui para a frente, usar chapéu e filtro solar. Além disso, Kalil recomendou que o presidente não participe da agenda pública prevista para segunda-feira (27/4) no interior de São Paulo.
O médico também informou que, além da retirada da lesão, Lula foi submetido a uma infiltração no dedo polegar direito para tratar tendinite. “Tinha um tipo de uma inflamaçãozinha e foi feita uma infiltração localizada”, disse Kalil.




