ELEIÇÕES
Ex-primeira-dama apoia pré-candidatura de Luíza do Clezão ao DF
O PL lançou como aposta para deputada distrital Luíza do Clezão, filha de um réu do 8 de Janeiro que morreu na prisão.
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O que aconteceu
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Aposta em discurso pela anistia e contra o STF. Luíza é filha de Clériston Pereira da Cunha, conhecido como Clezão, que morreu após um mal súbito durante banho de sol no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, em novembro de 2023.
Nome virou bandeira da direita. A morte de Clezão passou a ser usada por parlamentares bolsonaristas como símbolo de críticas ao STF (Supremo Tribunal Federal) e às prisões relacionadas ao 8 de Janeiro. Durante o evento, apoiadores e políticos presentes fizeram referências à sua trajetória e à família.
Sem Flávio no palanque. O presidenciável do partido era esperado, mas não justificou a ausência no evento desta noite.
“Bancada” do Senado presente (ou quase). Michelle Bolsonaro falou ao vivo em vídeo pelo celular. Não apareceu no telão, foi só o som que reverberou pelo microfone da pré-candidata. Bia Kicis, que é pré-candidata ao Senado, e Damares Alves (Republicanos), que tem mandato até 2030, também demonstraram apoio presencial.
Ex-primeira-dama apontou Luíza como “voz de justiça”. Ao declarar apoio à pré-candidatura, Michelle afirmou acreditar que a filha de Clezão foi escolhida para representar pessoas que considera vítimas de injustiça no país. Ela também disse que defenderá pautas ligadas à família e ao movimento feminino do PL.
Michelle disse que Jair Bolsonaro não estava muito bem. Assim ela justificou aparecer apenas pelo celular. Ela afirmou que permaneceu em casa para acompanhar o tratamento do ex-presidente, que, segundo ela, voltou a apresentar uma “forte crise”, referindo-se aos soluços, após iniciar a redução de medicamentos. “Hoje ele não está muito bem”, disse. Ela tem dito que não entrou em campanha porque necessita cuidar do marido.
Governadora do DF apareceu. Celina Leão (PP-DF) subiu no palanque e sentou ao lado de parlamentares, como Magno Malta (PL-ES) e Marcos Pollon (PL-MS).

