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Moraes autoriza Bolsonaro a receber amanhã Flávio, esposa e netas


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a receber, durante prisão domiciliar, uma visita do filho Flávio Bolsonaro (PL), da esposa e das netas no próximo sábado (13). O ministro ponderou que, apesar das condições de saúde do ex-presidente exigirem um ambiente controlado — principalmente, para…

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a receber, durante prisão domiciliar, uma visita do filho Flávio Bolsonaro (PL), da esposa e das netas no próximo sábado (13).

O ministro ponderou que, apesar das condições de saúde do ex-presidente exigirem um ambiente controlado — principalmente, para evitar o risco de contaminação e infecções — neste caso, o pedido é adequado porque garante o suporte familiar necessário.

“No caso específico, contudo, o pedido formulado para autorização de visitas do filho, netas e nora do custodiado, revela-se compatível com as finalidades da prisão domiciliar e com as condições anteriormente fixadas, contribuindo para a manutenção do suporte familiar indispensável ao adequado cumprimento da pena, nas mesmas condições que seria concedida no estabelecimento penitenciário”, diz Moraes, na decisão.

Flávio e a família poderão visitar o ex-presidente no período de almoço, entre 11h e 13h.

Moraes também determinou que “deverá ser realizada vistoria prévia, sendo que celulares ou quaisquer outros aparelhos eletrônicos deverão ficar em depósito com os agentes policiais que estiverem realizando a segurança”.

O ministro é responsável por autorizar este tipo de pedido porque é o relator do caso que resultou na condenação do ex-presidente no Supremo Tribunal Federal (STF).

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão em regime fechado por liderar uma trama golpista para permanecer no poder, apesar da derrota nas urnas.

Ele está cumprindo a pena em regime domiciliar humanitário desde 27 de março, por questões médicas. A decisão foi autorizada pelo período de 90 dias.





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