Mulher é denunciada por matar marido por briga sobre Wi-Fi | Foto: Ministério Público do Estado do Paraná
O Ministério Público do Paraná denunciou uma mulher pelo assassinato do marido em sua residência na área rural de Cafelândia, no Oeste do Paraná. Ela foi presa e é acusada de matar o companheiro por causa do roteador de Wi-Fi. LEIA MAIS NOTÍCIAS DE ALAGOAS, DO BRASIL E DO MUNDO ACOMPANHE O ALAGOAS 24 HORAS…
O Ministério Público do Paraná denunciou uma mulher pelo assassinato do marido em sua residência na área rural de Cafelândia, no Oeste do Paraná. Ela foi presa e é acusada de matar o companheiro por causa do roteador de Wi-Fi.
LEIA MAIS NOTÍCIAS DE ALAGOAS, DO BRASIL E DO MUNDO
ACOMPANHE O ALAGOAS 24 HORAS NO INSTAGRAM
Segundo a denúncia, Jaqueline Francisca dos Santos Schumann, de 32 anos, é acusada de homicídio qualificado e fraude processual. Após uma discussão, ela teria atirado contra o marido na presença do filho do casal e tentado alterar a cena do crime.
O MP aponta que o assassinato teria sido praticado por motivo fútil e o uso de uma arma, por parte da acusada, teria dificultado a defesa da vítima, que estava desarmada no momento.
Além disso, Jaqueline teria movido a espingarda .22 utilizada no crime para cima de uma cama, tentando simular uma ocorrência de suicídio ou disparo por acidente.
Caso a Justiça aceite a denúncia da Promotora de Justiça de Nova Aurora, Renata Melo Boaventura, a acusada deverá pagar um valor mínimo de R$ 100 mil aos familiares da vítima, por danos morais e materiais, e a pena deve ser julgada pelo Tribunal do Júri.
RELEMBRE O CASO
O caso ocorreu dia 12 de março, quando o casal discutiu após a mulher anunciar que desligaria o roteador da internet enquanto o marido assistia a um filme na televisão. Segundo a autora, a ação seria realizada para que todos fossem dormir. No entanto, a vítima teria discordado a decisão da esposa.
A mulher então teria pegado a arma e atirado contra o homem. O filho, assustado, buscou socorro a familiares. O marido chegou a ser socorrida para o hospital, mas não resistiu.
O caso teria sido tratado inicialmente como acidental, porém, após contradições relevadas por relatos e pela investigação da PCPR (Polícia Civil do Paraná), a morte passou a ser apurada como homicídio.
A polícia cumpriu mandados de busca e apreensão na residência da família e prendeu preventivamente a mulher 15 dias após o crime.
A acusada relatou aos policiais responsáveis pela investigação que tinha registro de arma de fogo e que limpava o projétil quando atirou acidentalmente no esposo. A mulher ainda teria negado a atuação da polícia no caso por não se tratar de um caso intencional.
Por outro lado, o filho do casal, que era a única testemunha do crime, confirmou que a mãe atirou propositalmente contra o pai. Por se tratar de um menor de idade, o seu depoimento foi mediado pelo conselho tutelar.
Além disso, a perícia criminal descartou suicídio, pois não havia sinais de tiro a curta distância.
Segundo familiares e vizinhos, o casal brigava constantemente e afirmaram que Jaqueline demonstrava comportamento agressivo. Outra testemunha relatou que já presenciou a mulher batendo no marido com um pedaço de pau.
Fonte:Source link



