O jornalista Oswaldo Eustáquio publicou, em seu perfil nas redes sociais, onde acumula mais de 400 mil seguidores, um vídeo censurado da mulher suspeita de ter puxado os cabelos de Mariana, sua filha de 18 anos, que denunciou ter sido agredida em um bar em Brasília (DF) no dia 13 de junho.
No registro, ele diz que tem informações sobre a suspeita e as pessoas que a acompanhavam e que tenta repassar os dados à delegacia responsável pela investigação, mas que não obteve retorno.
“Eu não posso ir à delegacia porque tenho duas ordens de prisão. O Moraes é responsável por isso também, porque ele apreendeu o passaporte da Mariana. Se ele não tivesse apreendido o passaporte, a Mariana podia estar onde eu estava. Eu juro que eles vão ser punidos, senão o teu pai vai fazer”, avisou.
O jornalista aproveitou para mandar um recado aos envolvidos na agressão da filha: “Para quem fez isso, nunca mais mexa com a filha de alguém. Vocês acham que estão fora do alcance, mas eu já estou mais perto do que vocês imaginam”.
A agressão
Conforme publicado pela coluna de Andreza Matais, do Metrópoles, a agressão ocorreu no Contexto Bar, após o jogo entre Brasil e Marrocos, em 13 de junho.
Mariana, de 18 anos, estava acompanhada de uma amiga quando teria sido agredida. Segundo boletim de ocorrência, a agressora puxou o cabelo da amiga da jovem e a atingiu com socos, além de jogar bebida em seu rosto.
Ao tentar ajudar a colega, Mariana também teria tido os cabelos puxados pela mesma mulher.
A jovem afirmou que caiu para trás, bateu a cabeça, perdeu a consciência e posteriormente foi informada por terceiros de que poderia ter sido pisoteada enquanto estava desacordada.
Mariana foi levada ao Hospital Santa Lúcia, onde exames apontaram uma fratura na vértebra L2 da coluna lombar, além de um hematoma na cabeça.
Mandados de prisão em aberto
Em nome do jornalista, que vive atualmente na Espanha, constam dois mandados de prisão em aberto no Brasil, determinados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Ele é acusado dos crimes de ameaça, corrupção de menores e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, em razão dos atos de 8 de janeiro de 2023.


