Padre Fábio de Melo resolveu dar uma recauchutada, no início dessa semana, e passou por uma cirurgia estética em um hospital particular do Rio de Janeiro e a coluna Fábia Oliveira traz detalhes exclusivos para vocês, queridos leitores.
Fontes desta jornalista que vos escreve viram o religioso deixando o Copa Star, na zona sul da cidade, com alguns curativos e descobrimos que ele passou por um procedimento no rosto com o cirurgião Paulo Müller.
Até o fechamento dessa nota, ele não havia contado sobre o cirurgia nas redes sociais, nem mostrado o resultado. Entramos em contato com Padre Fábio de Melo, mas ainda não recebemos retorno. Assim que obtivermos um posicionamento, haverá atualização.
Diagnóstico de Doença de Ménière
Padre Fábio de Melo surpreendeu os convidados do programa Angélica ao Vivo, no GNT, em novembro do ano passado, ao levar uma sobremesa feita por ele mesmo para o palco.


Padre Fábio de Melo.
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Padre Fábio de Melo passa por cirurgia estética no Rio
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Padre Fábio de Melo foi operado por um cirurgião renomado
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Padre Fábio de Melo foi visto saindo do hospital com curativos
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Padre Fábio de Melo passou por uma cirurgia no rosto
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Padre Fábio de Melo posta a homilia no Instagram
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Padre Fábio de Melo faz posts religiosos nas redes sociais
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A escolha do religioso foi uma mousse de morango sem açúcar, decisão que não aconteceu por acaso: há seis anos, ele recebeu o diagnóstico de Doença de Ménière, condição crônica que afeta o ouvido interno e pode provocar vertigens, zumbido e flutuações na audição.
Sintomas
Ao Gshow, o padre relembrou o caminho até identificar o problema, revelando que os sintomas o acompanham há décadas.
“Eu convivo com os sintomas há mais de 20 anos. Tratei durante muito tempo como surdez súbita, identificada como surdez autoimune. Tenho uma perda de audição que vai e volta. Não é uma perda definitiva e convivo com um zumbido terrível”, disse.
Por orientação médica, ele decidiu retirar o açúcar do cardápio, medida que, segundo ele, trouxe resultados.
Mudança alimentar
O religioso explicou que a mudança alimentar foi determinante para minimizar os incômodos causados pela doença: “Ajudou demais! Tive muitas melhoras depois que tirei o açúcar. Aliás, todo mundo que tem problema de labirinto e doenças inflamatórias autoimunes deveria tirar o açúcar. Ele é um grande vilão na nossa vida.” Hoje, o padre prefere opções sem sacarose e adaptou sua rotina à nova realidade.
Segundo ele, a ausência de açúcar já não representa sacrifício. Entre alternativas culinárias e hábitos construídos com o tempo, a transição acabou se tornando natural.
“São Paulo nos oferece coisas muito bacanas. Não sei no Rio. Mas lá em casa nós nos habituamos (a comer sem açúcar). Já temos a nossa maneira de substituir. Fazemos pães, moro na roça, então tem essa facilidade. Fazemos tudo sem açúcar”.




