Mulheres voltaram a ser presas
A Polícia Civil de Alagoas, por meio da Seção Antissequestro da Dracco, prendeu preventivamente no bairro de Rio Novo, na última sexta-feira (24), duas mulheres envolvidas no latrocínio do motorista de aplicativo Dário José Rodrigues. A vítima desapareceu durante o Carnaval e foi brutalmente assassinada. As suspeitas já haviam sido presas anteriormente, mas conseguiram a…
A Polícia Civil de Alagoas, por meio da Seção Antissequestro da Dracco, prendeu preventivamente no bairro de Rio Novo, na última sexta-feira (24), duas mulheres envolvidas no latrocínio do motorista de aplicativo Dário José Rodrigues. A vítima desapareceu durante o Carnaval e foi brutalmente assassinada.
As suspeitas já haviam sido presas anteriormente, mas conseguiram a liberdade provisória alegando possuir filhos menores de 12 anos. No entanto, a investigação provou que o benefício foi obtido sob falsa premissa, já que elas não exerciam a guarda de fato das crianças.
O crime: faca e martelo
Segundo os delegados João Marcello e Pedro Alves, coordenadores da ação, o crime foi marcado por extrema violência. Dário José foi atraído pelos criminosos para uma emboscada e executado com múltiplos golpes de faca e martelo. A investigação da Dracco confirmou a participação direta das mulheres em todas as etapas da barbárie.
Reviravolta judicial
Na época do flagrante, três pessoas foram detidas, mas as duas mulheres foram colocadas em liberdade pela Justiça com base no Estatuto da Primeira Infância. Contudo, os delegados aprofundaram as diligências e desmascararam a justificativa das rés.
No decorrer das investigações, porém, comprovou-se que elas não exerciam a guarda de fato dos filhos. A constatação motivou a renovação dos mandados de prisão, diante da gravidade dos fatos, explicaram as autoridades responsáveis.
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Prisão preventiva
Diante das novas provas apresentadas pela Polícia Civil, o Poder Judiciário deferiu os mandados de prisão preventiva. As acusadas foram reconduzidas ao sistema prisional, onde aguardarão o julgamento pelo crime de latrocínio (roubo seguido de morte), cuja pena é uma das mais rigorosas do Código Penal brasileiro.
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