PCAL prende no Rio de Janeiro suspeito em golpe dos eletrônicos


A Polícia Civil de Alagoas (PCAL), por meio da 4ª Delegacia Regional de Polícia (4ª DRP) de Arapiraca, sob coordenação do delegado adjunto Matheus Enrique, informa a prisão de um homem investigado pela prática do crime de estelionato. As investigações apontaram que o suspeito utilizava um perfil comercial nas redes sociais para anunciar a venda…

A Polícia Civil de Alagoas (PCAL), por meio da 4ª Delegacia Regional de Polícia (4ª DRP) de Arapiraca, sob coordenação do delegado adjunto Matheus Enrique, informa a prisão de um homem investigado pela prática do crime de estelionato.

As investigações apontaram que o suspeito utilizava um perfil comercial nas redes sociais para anunciar a venda de aparelhos eletrônicos, como celulares, relógios digitais e notebooks.

No esquema, ele solicitava às vítimas o pagamento de uma entrada para garantir a compra dos produtos. Após receber os valores, o investigado não realizava a entrega dos aparelhos e passava a apresentar justificativas evasivas, alegando, por exemplo, que cargas teriam sido apreendidas pela polícia ou que os equipamentos teriam sido furtados ou roubados.

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Durante as investigações, foram identificados mais de 14 Boletins de Ocorrência registrados por vítimas que relataram o mesmo modus operandi, com prejuízos causados a pessoas nas cidades de Arapiraca e Maceió.

Diante das provas reunidas, o inquérito policial foi concluído e o investigado indiciado pelo crime de estelionato. A PC representou pela prisão preventiva, a qual foi deferida pelo Poder Judiciário.

Após a expedição do mandado, equipes da 4ª DRP de Arapiraca acionaram o setor de capturas da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACCO) para localizar o investigado em Maceió. No entanto, as diligências indicaram que ele havia fugido para o estado do Rio de Janeiro.

Com apoio de equipes de outros estados, o suspeito foi localizado e preso nessa terça-feira (10) por agentes da Polícia Federal, no estado do Rio de Janeiro.

Agora, o investigado encontra-se à disposição da Justiça. O inquérito policial já foi concluído e encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário para as medidas cabíveis.





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