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Petrobras volta à lista das maiores pagadoras de dividendos do mundo


As empresas dos EUA distribuíram US$ 651,6 bilhões, alta subjacente de 8,7%. O avanço foi impulsionado pelos primeiros pagamentos de Alphabet e Meta, que responderam por um quarto do crescimento norte-americano. “Mesmo sem essas empresas, outras companhias dos EUA tiveram forte lucro, sustentando o crescimento”, aponta a Janus Henderson.

O crescimento anual nos dividendos norte-americanos foi de US$ 50 bilhões, superior aos dividendos de um ano inteiro das empresas suíças ou quase tanto quanto o pago pelas empresas alemãs.

Na Europa, os dividendos subiram 5,6% em termos subjacentes e alta nominal de 2,4%, puxados pelo setor bancário, que se beneficiou dos juros elevados. Os bancos distribuíram um recorde de US$ 55,4 bilhões, metade do que antes da pandemia. Entre as empresas europeias 88% aumentaram os dividendos ou os mantiveram estáveis, com crescimento mediano do dividendo por ação de 12%.

O Japão registrou uma das maiores altas nos proventos, 15,5%, alcançando US$ 86 bilhões. Toyota e Honda foram as principais contribuintes, com 94% das empresas mantendo ou ampliando os dividendos em 2024.

Já a China teve crescimento subjacente de 17,8% alcançando um recorde de US$ 62,7 bilhões no ano passado. O avanço foi impulsionado pelo Alibaba, que pagou US$ 5,1 bilhões, terceiro maior pagador do país asiático. Sem Alibaba, o avanço teria sido de 9%. A Tencent também fortaleceu os pagamentos, com 78% das empresas chinesas mantendo ou elevando os dividendos em 2024.

Na América Latina, o México cresceu 4,3%, apesar dos cortes feitos pelas companhias. A maior contribuição para o crescimento veio da empresa de bebidas FEMSA, que tem marcas como Oxxo e Coca-Cola no portfólio, e da mineradora Grupo México.



Fonte: Uol