PL encomenda pesquisa para testar quatro nomes como vice de Flávio


Partido de Flávio Bolsonaro (RJ), o PL encomendou uma pesquisa quantitativa e qualitativa para avaliar pelo menos quatro nomes como possíveis vices na chapa presidencial do senador.

O objetivo da legenda é testar quem agrega mais votos e quem mais ajuda a diminuir a rejeição de Flávio na disputa contra Lula, antes de definir quem será o candidato a vice da chapa.

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Zema
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Zema

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

A senadora Tereza Cristina
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A senadora Tereza Cristina

Carlos Moura/Senado

Deputada Simone Marquetto
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Deputada Simone Marquetto

Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

Deputada Clarissa Tércio
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Deputada Clarissa Tércio

Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

Os quatro nomes que serão testados são: o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), a senadora Tereza Cristina (PP-MS) e as deputadas Simone Marquetto (PP-SP) e Clarissa Tércio (PP-PE).

Segundo caciques do PL, há hoje uma preferência majoritária por uma mulher como vice de Flávio. A avaliação é de que a vice poderia ajudar a diminuir a resistência do eleitorado feminino ao bolsonarismo.

Entre as mulheres, Tereza seria a mais cotada. A senadora, contudo, resiste à ideia. Marquetto, por sua vez, teria vantagem de ser católica, eleitorado que, hoje, está mais próximo de Lula que de Flávio.

Já Clarissa Tércio poderia ajudar o filho mais velho de Jair Bolsonaro junto ao eleitorado do Nordeste, região onde Lula e outros candidatos do PT costumam ter boa votação. A deputada pernambucana é evangélica.

Zema, por sua vez, teria como principal vantagem o eleitorado mineiro, decisivo em eleições presidenciais. Pesquisas internas do PL, contudo, já demonstraram pouca influência do ex-governador na eleição nacional.

Erros passados

Na avaliação de caciques do PL, a pesquisa ajudará Flávio a não repetir um “erro” de Jair Bolsonaro nas eleições de 2022, quando o então presidente da República escolheu o general Braga Netto como vice.

Na época, Bolsonaro escolheu o militar como vice sob o argumento de que ele seria um escudo anti-impeachment. No PL, porém, a avaliação foi de que Braga Neto não agregou muito à chapa presidencial.



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