Search

Polícia acha marcas de sangue em carro de dentista protético morto em Itu


A Polícia Civil de São Paulo (PCSP) achou manchas de sangue no carro do dentista protético Christian Eduardo Corsi, de 37 anos, encontrado morto em Itu, interior de São Paulo, três dias depois de desaparecer em 19 de setembro. Um teste de luminol realizado pela perícia revelou as marcas no pedal do veículo de Corsi, conforme apurado pelo Metrópoles.

Polícia acha marcas de sangue em carro de dentista protético morto em Itu - destaque galeria

O dentista protético Christian Eduardo Corsi
1 de 6

O dentista protético Christian Eduardo Corsi

Redes sociais/Divulgação.

O dentista protético Christian Eduardo Corsi
2 de 6

O dentista protético Christian Eduardo Corsi

Redes sociais/Divulgação.

O dentista protético Christian Eduardo Corsi
3 de 6

O dentista protético Christian Eduardo Corsi

Redes sociais/Divulgação.

O dentista protético Christian Eduardo Corsi
4 de 6

O dentista protético Christian Eduardo Corsi

Redes sociais/Divulgação.

O dentista protético Christian Eduardo Corsi
5 de 6

O dentista protético Christian Eduardo Corsi

Redes sociais/Divulgação.

Corsi tinha uma clínica de dentista em Itu, interior de São Paulo
6 de 6

Corsi tinha uma clínica de dentista em Itu, interior de São Paulo

Redes sociais/Divulgação.

O caso é investigado como latrocínio. O principal suspeito do crime, identificado como Vanderlei de Andrade, de 50 anos, está preso temporariamente desde 25 de setembro.

O cadáver foi encontrado em um terreno na zona rural do município. Corsi usava apenas roupas íntimas e tinha marcas de violência pelo corpo – principalmente no rosto.

O carro do dentista foi abandonado em Limeira, a cerca de 100 km de distância de Itu.

Entre no canal de WhatsApp
do Metrópoles SP

Imagens de uma câmera de segurança mostram os últimos momentos da vítima antes de desaparecer. Na gravação, obtida pelo Metrópoles, ele é visto entregando uma prótese dentária em uma residência em Itu. Veja:

Como ninguém o atende para receber a encomenda, Christian Eduardo Corsi atravessa o braço pelo portão e realiza a entrega. Na sequência, o dentista deixa o local e nunca mais é visto. Segundo a Polícia Civil, antes de sumir, ele havia contado a familiares que levaria o produto ao centro da cidade.

O delegado da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Sorocaba, Rodrigo Ayres, afirmou à reportagem que a prisão do homem identificado como Vanderlei é temporária. A Justiça também emitiu ordens judiciais de busca e apreensão contra o suspeito.

“A linha que nos levou à prisão foi a de latrocínio, mas nada foi descartado. A investigação continua em andamento”, afirmou Ayres.

O delegado contou que a captura do principal suspeito se baseou em provas colhidas desde o desaparecimento, como o anúncio do carro da vítima na internet.

“Temos elementos que mostram o veículo transportado para outras cidades, como Limeira e Campinas. Fizemos toda a rota até chegar ao autor”, explicou o delegado, reforçando ainda que o suspeito também é morador de Itu.

Ayres também pontuou que os indícios levam a crer de que a vítima foi morta justamente no local onde foi encontrada, três dias depois ao desaparecimento.


Relembre o caso

  • O corpo do dentista protético Christian Eduardo Corsi, de 37 anos, desaparecido desde 19 de setembro, foi encontrado no dia 22, na zona rural de Itu, interior de São Paulo.
  • Antes de sumir, a vítima afirmou à família que entregaria uma prótese dentária no centro da cidade.
  • O cadáver foi encontrado em um terreno. Corsi estava apenas de roupas íntimas e tinha marcas de violência pelo corpo – principalmente no rosto.
  • Já o carro do dentista foi abandonado em Limeira, a cerca de 100 quilômetros de Itu.
  • Uma câmera de segurança flagrou Corsi entregando a prótese em uma casa antes de desaparecer.
  • As imagens, obtidas pelo Metrópoles, mostram que Christian Eduardo Corsi deixou um pacote no portão da residência. Na sequência, o dentista deixou o local e não foi mais visto.
  • O principal suspeito do crime, identificado como Vanderlei de Andrade, de 50 anos, foi preso em 25 de setembro.
  • Segundo o delegado Rodrigo Ayres, da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Sorocaba, a prisão se deu em caráter temporário.
  • A Justiça de São Paulo também emitiu ordens judiciais de busca e apreensão contra Vanderlei.
  • Uma das linhas da investigação é a de que o dentista foi morto durante uma suposta negociação de um carro particular.
  • Uma amiga dele afirmou que o veículo foi anunciado nas redes sociais logo após o desaparecimento.



Metropole