Polícia conclui investigação da morte do cão Orelha, em Florianópolis


A investigação sobre a morte do cão Orelha foi concluída pela Polícia Civil de Santa Catarina nesta terça-feira (3/2). De acordo com o inquérito, ficou comprovado que o crime, ocorrido na Praia Brava, em Florianópolis, teve envolvimento de adolescentes.

A corporação informou ainda que deve divulgar novos detalhes do caso ainda nesta terça. As investigações sobre as agressões contra o cão Caramelo também foram finalizadas.

Por envolver menores de idade, o processo tramita em segredo de Justiça, segundo informou o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC).

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Cão orelha precisou ser submetido à eutanásia devido à gravidade dos ferimentos que sofreu. Adolescentes são suspeitos
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Cão orelha precisou ser submetido à eutanásia devido à gravidade dos ferimentos que sofreu. Adolescentes são suspeitos

NSC Total/Reprodução

Orelha morreu após ser vítima de maus-tratos em Santa Catarina
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Orelha morreu após ser vítima de maus-tratos em Santa Catarina

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Adolescentes investigados pela morte de cão Orelha serão ouvidos na próxima semana
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Adolescentes investigados pela morte de cão Orelha serão ouvidos na próxima semana

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Orelha morava em Praia Brava
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Orelha morava em Praia Brava

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Orelha morreu após ser espancado
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Orelha morreu após ser espancado

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Caso Orelha

Orelha foi visto com vida pela última vez no dia 4 de janeiro. Ele era um cão comunitário, cuidado por moradores e comerciantes da Praia Brava, onde vivia há pelo menos dez anos. O animal circulava pelo bairro, acompanhava pescarias, frequentava festas e fazia parte da rotina local, sendo conhecido por posar para fotos com moradores e turistas.

O cão foi encontrado por uma moradora agonizando embaixo de um carro. Ele apresentava lesões na cabeça e no olho esquerdo, além de estar desidratado e sem reflexos. Orelha chegou a receber tratamento com soroterapia, mas morreu pouco tempo depois.

No dia 26 de janeiro, dois adolescentes e um adulto foram alvos de mandados de busca e apreensão. Na mesma data, um advogado e dois empresários foram indiciados por suspeita de coação de testemunha no curso do processo.

Já no dia 28 de janeiro, outros dois adolescentes tiveram os celulares apreendidos ao desembarcarem no Aeroporto Internacional de Florianópolis, após o cumprimento de novos mandados de busca.

Com informações do NSC Total, parceiro do Metrópoles.



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