Por tarifaço, Trump volta a atacar a Suprema Corte: “Incompetente”


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se manifestou novamente, nesta segunda-feira (23/2), sobre a decisão da Suprema Corte dos EUA que considerou o tarifaço ilegal. Na sexta-feira (20/2), a Corte derrubou o pacote tarifário anterior, ao considerar ilegal o mecanismo usado por ele para aplicar as tarifas.

Em publicação no Truth Social, Trump alegou uma contradição na decisão da Suprema Corte e afirmou que pode “usar licenças para fazer coisas absolutamente ‘terríveis’ com países estrangeiros”. O republicano também afinetou a Corte, escrevendo o nome em letras minúculas por “total falta de respeito”.

“Nossa Suprema Corte incompetente fez um ótimo trabalho para as pessoas erradas;, por isso, deveriam se envergonhar”, escreveu.

De acordo com o presidente, os juízes aprovaram outras tarifas que podem ser usadas de maneira “muito mais poderosa e odiosa”.

“Essa Suprema Corte encontrará uma maneira de chegar à conclusão errada, uma que novamente deixará a China e várias outras nações felizes e ricas. Que continue tomando decisões tão ruins e prejudiciais ao futuro de nossa nação, eu tenho um trabalho a fazer”, finalizou.


Trump anuncia nova tarifa

  • Donald Trump, tomou nova decisão sobre o valor que seu governo aplicará nas tarifas globais: em vez de 10%, como ele anunciou na sexta-feira (20/2), o líder norte-americano avisou, no sábado (21/2), que o percentual será de 15%.
  • A decisão é uma retaliação a Suprema Corte dos EUA, que revogou o tarifaço imposto pelo líder norte-americano em abril do último ano sobre produtos importados pelo país.
  • De acordo com a Corte, as medidas econômicas violaram leis federais já que não tiveram autorização prévia do Congresso dos EUA.
  • Segundo o tribunal, as tarifas excederam limites legais.
  • O Brasil foi um dos países beneficiados com a revogação das tarifas.
  • Em novembro do último ano, Trump já havia retirado a taxa recíproca de 10% aplicada contra o país.
  • O mesmo ocorreu com sobretaxa de 40%. No entanto, alguns produtos brasileiros como veículos, aços, calçados e produtos químicos ainda estavam em vigor.

 



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