Pode ser improvável, mas ainda não está descartada uma mudança de partido pelo prefeito JHC, o que inviabilizaria um palanque para o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato a presidente da República pelo PL.
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Como são apenas especulações proporcionadas pelo prefeito de Maceió na demora para revelar de uma vez por todas as suas pretensões para as eleições deste ano, o jogo político mais cedo ou mais tarde será revelado, mesmo que venha contabilizando prejuízo enquanto os adversários correm na frente.
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ALTERNATIVA
Caso mude de partido – o PSB, do prefeito do Recife, João Campos, é uma das possibilidades –, JHC agradaria ao Presidente Lula e cumpriria acordo firmado no ano passado, em Brasília, durante encontros que reuniram diversas lideranças na capital federal.
FECHADO
Na hipótese de o prefeito mudar de rumo – algo que não tem deixado transparecer nos recados enviados por meio de aliados, em seus raros encontros políticos –, caberá a ele definir o que fará: manter o propósito de disputar o governo, concorrer ao Senado ou até mesmo concluir o mandato.
CRESCENDO
Salvo algum imprevisto, Davi Davino demonstra disposição para disputar uma das duas vagas ao Senado pelo Republicanos. Sabe-se, porém, que o jogo é pesado e que forças ocultas podem dificultar sua pretensão.
DESTAQUE
A eventual entrada de Davino no processo eleitoral, especialmente na capital – onde ainda mantém influência pelos serviços prestados à população na área de saúde –, certamente embaralharia o cenário e impactaria outros postulantes, como Arthur Lira, Alfredo Gaspar e Renan Calheiros.
NECESSIDADE
Há, entretanto, quem avalie que Davi Davino precisaria estruturar uma chapa majoritária e proporcional que dê maior robustez à campanha, o que não seria tarefa simples.
PRÓXIMOS PASSOS
Espera-se que, no início da próxima semana, a Câmara de Vereadores de Maceió conclua o recadastramento de servidores e, se necessário, encaminhe casos suspeitos a uma comissão a ser criada para análise individual. Salários elevados, ausências ao trabalho e outras irregularidades deverão ser devidamente esclarecidos.
PARTICIPAÇÃO
Vereadores da oposição defendem a participação do Ministério Público para afastar dúvidas sobre as investigações, que podem revelar aspectos ainda não conhecidos publicamente.
PUNIÇÃO
Concluída a apuração, aguarda-se pronunciamento da Mesa Diretora para verificar se houve apadrinhamento nas contratações ou favorecimento político a vereadores. Para garantir isenção, a participação do Ministério Público é considerada fundamental.
CAMPANHA
O Tribunal de Justiça de Alagoas recebeu o convite do Conselho Nacional de Justiça para integrar a campanha nacional “A violência não mora aqui”. A iniciativa é focada no enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a mulher. O TJAL utilizará seus canais de comunicação e redes sociais para disseminar conteúdos e orientações à sociedade.




