A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) abriu uma sindicância, junto à Clínica de Endoscopia Salinas, para investigar as circunstâncias da morte de Mariana dos Santos Candido, de 41 anos, que veio a óbito após ter seu intestino perfurado durante um exame de colonoscopia, em um hospital municipal na zona leste de São Paulo, nesta quinta-feira (30/7).






Mariana dos Santos Candido, de 41 anos, morreu após passar por uma colonoscopia no Hospital Municipal de Ermelino Matarazzo, na zona leste de São Paulo. Ela sofreu uma laceração do intestino
Cedida ao Metrópoles
Mariana dos Santos Candido, de 41 anos, morreu após passar por uma colonoscopia no Hospital Municipal de Ermelino Matarazzo, na zona leste de São Paulo. Ela sofreu uma laceração do intestino
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Mariana dos Santos Candido, de 41 anos, morreu após passar por uma colonoscopia no Hospital Municipal de Ermelino Matarazzo, na zona leste de São Paulo. Ela sofreu uma laceração do intestino
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Hospital Municipal de Ermelino Matarazzo, onde uma mulher morreu após ter intestino lacerado em colonoscopia
Divulgação/Prefeitura de São Paulo
Mariana dos Santos Candido, de 41 anos, morreu após passar por uma colonoscopia no Hospital Municipal de Ermelino Matarazzo, na zona leste de São Paulo. Ela sofreu uma laceração do intestino
Reprodução
Segundo a SMS, o objetivo é apurar todos os detalhes ocorridos durante a intercorrência no Hospital Municipal Prof. Dr. Alípio Corrêa Netto – Ermelino Matarazzo, onde a Clínica de Endoscopia Salinas presta serviço há 25 anos.
“A SMS lamenta profundamente a perda da paciente e a apuração será rigorosa em relação à conduta médica adotada. A direção do hospital segue à disposição da família”, afirma a pasta.
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Entenda o caso
- Uma mulher morreu após passar por colonoscopia no Hospital Municipal de Ermelino Matarazzo, na zona leste de São Paulo. Mariana dos Santos Candido, de 41 anos, foi submetida ao exame de rotina na terça-feira (28/7) e teve o intestino perfurado. Ela passou por cirurgia de urgência, mas não resistiu e morreu na quarta (29/7).
- De acordo com a Guia de Encaminhamento de Cadáver emitida pelo hospital, a agente de apoio escolar sofreu laceração da parede mucosa do intestino. Ela foi submetida a uma laparotomia de urgência com colectomia segmentar (retirada de parte do intestino grosso). O procedimento durou seis horas.
- Na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), Mariana apresentou “dores elevadas”, queda grave da pressão arterial e sangramento. Ela não resistiu e morreu no hospital. A mulher será velada e sepultada no Cemitério da Vila Formosa, também na zona leste, na manhã desta sexta-feira (31/7).
- Horas após a morte, a família de Mariana procurou o 62º Distrito Policial (DP), em Ermelino Matarazzo. O caso foi registrado como morte suspeita e morte acidental e encaminhado à Polícia Judiciária para a tomada de medidas cabíveis, segundo o registro.
- Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) da Prefeitura de São Paulo atribuiu a responsabilidade à Clínica de Endoscopia Salinas Ltda, responsável pela realização do exame de Mariana.


