Foto: Itawi Albuquerque/Secom Maceió
Um projeto criado em Maceió passou a ganhar destaque nacional após uma iniciativa semelhante ser anunciada pelo governo do estado de São Paulo. O modelo adotado pela capital alagoana para a criação do Complexo Administrativo Municipal, baseado em Parceria Público-Privada (PPP) e na revitalização de prédios históricos, antecede um plano bilionário paulista que prevê a…
Um projeto criado em Maceió passou a ganhar destaque nacional após uma iniciativa semelhante ser anunciada pelo governo do estado de São Paulo.
O modelo adotado pela capital alagoana para a criação do Complexo Administrativo Municipal, baseado em Parceria Público-Privada (PPP) e na revitalização de prédios históricos, antecede um plano bilionário paulista que prevê a centralização de órgãos públicos em um novo centro administrativo.
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Ao mesmo tempo, enquanto o projeto de São Paulo prevê investimento estimado em R$ 6 bilhões, a proposta de Maceió envolve cerca de R$ 197 milhões e tem como principal diferencial a recuperação de edifícios históricos abandonados no Centro da cidade.
Prédios históricos do Centro de Maceió
O projeto maceioense prevê o retrofit de três prédios históricos que estavam abandonados na região central da capital. Os edifícios que passarão por requalificação são:
- Palmares
- Ary Pitombo
- Iapetec
Todos estão localizados no entorno da Praça Zumbi dos Palmares, uma das áreas mais tradicionais do Centro da cidade.
Após a revitalização, os imóveis passarão a abrigar secretarias e serviços da administração municipal, concentrando diversos atendimentos em um único complexo.
Projeto também pretende revitalizar o Centro
Além da reorganização administrativa, a proposta também busca estimular a revitalização do Centro de Maceió, aumentando a circulação de pessoas e incentivando a recuperação urbana da região.
A presença de servidores públicos e cidadãos no novo complexo deve gerar impacto positivo no comércio e na movimentação da área.
Como funciona a parceria público-privada
O Complexo Administrativo Municipal será implantado por meio de uma PPP com concessão de 30 anos.
Nesse modelo, a empresa responsável ficará encarregada da construção e adaptação das estruturas, manutenção predial, fornecimento de energia e limpeza e segurança
O objetivo é garantir maior eficiência na gestão e reduzir custos operacionais da prefeitura.
Projeto prevê economia para o município
Segundo estimativas da gestão municipal, a centralização de secretarias em um único complexo pode gerar economia mínima de cerca de 30% nas despesas administrativas, que atualmente são distribuídas em diferentes prédios alugados ou espalhados pela cidade.
O projeto foi leiloado em janeiro de 2025 na B3, em São Paulo, e venceu o consórcio formado pelas empresas Engemat e Telesil, responsável pela execução da obra.
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