O primeiro ano da Rede Américas pode ser medido em números, inovação e expansão. Mas, é nas histórias de quem passou pelos corredores dos hospitais que esse avanço ganha sentido real.
Entre diagnósticos difíceis, tratamentos complexos e recomeços inesperados, pacientes e famílias traduzem, na prática, o impacto de um modelo que combina tecnologia com acolhimento.
A Paixão por Cuidar, lema da Rede Américas, fez a diferença na vida do médico pediatra Clóvis Roberto Puttini, 72 anos (foto). Internado há quase um ano no Hospital Brasília após passar por uma cirurgia abdominal, Puttini ganhou uma oportunidade única: assistir a uma sessão de filme no cinema, com a família e equipe médica.
A ação, pensada e promovida pelo hospital, trouxe alegria e esperança para o médico que já apresentava desânimo e impacto emocional diante da longa permanência na unidade.
Com pouca disposição para participar das atividades propostas e dificuldade de se engajar nas terapias voltadas à recuperação, a saída para um momento de lazer junto à família foi a alternativa que a equipe do hospital encontrou para que Puttini não perdesse as esperanças e evoluísse no tratamento.
A iniciativa faz parte de um conjunto de ações de humanização assistencial adotado pelo Hospital Brasília, que busca ampliar o cuidado para além dos protocolos médicos.
Rede Américas
Lançada oficialmente em 1º de abril de 2025, a companhia se consolidou como a segunda maior rede de hospitais privados do Brasil, com atuação em sete estados brasileiros e no Distrito Federal. Hoje, são 26 hospitais, mais de 3.800 leitos, 34 mil médicos atuantes e mais de 30 mil colaboradores.
De acordo com Lício Cintra, CEO da Rede Américas, a companhia já nasceu com hospitais de excelência, sendo referência em alta complexidade, e com um propósito muito claro: elevar a qualidade do cuidado, ampliar o acesso e contribuir para um sistema de saúde mais sustentável.
“Ao longo deste primeiro ano, avançamos na integração de hospitais, processos, dados e pessoas, ganhando eficiência e consistência, sem perder de vista aquilo que é essencial para nós: a experiência do paciente. É isso que traduz, na prática, a nossa Paixão por Cuidar — oferecer um cuidado cada vez mais humano, próximo, seguro e integrado.”
Lício Cintra, CEO da Rede Américas
A rede concentrou esforços no fortalecimento de áreas estratégicas, como oncologia e transplantes, pilares da alta complexidade.
Durante o último ano, o trabalho foi ampliar a capacidade de atendimento e fazer procedimentos cada vez mais desafiadores, sendo sustentado por equipes especializadas e protocolos assistenciais robustos.
Já a estrutura da Oncologia Américas impressiona. São 38 unidades oncológicas, com mais de 175 mil atendimentos mensais e cerca de 2 mil colaboradores.
Além da escala assistencial, a Oncologia Américas está estruturando um projeto que integra assistência de alta complexidade, pesquisa clínica e incorporação responsável de novas tecnologias.
“Hoje, estamos envolvidos em mais de 300 projetos de pesquisa clínica, voltados ao desenvolvimento de novas drogas ou novas indicações terapêuticas, reforçando nosso compromisso com a inovação científica e com o investimento em um corpo clínico altamente qualificado e continuamente capacitado”, afirma Gustavo Fernandes, vice-presidente de oncologia da Rede Américas.
A chegada do oncologista Antonio Buzaid mostra a potência dessa frente. Reconhecido como uma das principais referências da oncologia brasileira, assume como Diretor Médico Geral do Centro de Oncologia dos Hospitais Nove de Julho e Samaritano Higienópolis.

“Esse movimento fortalece o foco em excelência clínica, inovação, abordagem multidisciplinar e centralidade no paciente, que vai se concretizar ainda mais com a inauguração, no próximo ano, da nova unidade dedicada à oncologia na Alameda Jaú.”
Gustavo Fernandes, vice-presidente de oncologia da Rede Américas
Além da Oncologia, a Rede Américas é referência em Cardiologia, Neurologia e Ortopedia, sendo reconhecida pela abordagem multidisciplinar, integração com centros hospitalares de alta complexidade e inovação no cuidado.
E o programa de transplantes é referência em hospitais como Samaritano Higienópolis, Nove de Julho, Leforte (São Paulo), Hospital Brasília (DF) e, no Rio de Janeiro, São Lucas Copacabana, CHN Niterói, Samaritano Barra e Vitória.
Transplante
A história de Pietro também é atravessada por desafios desde a infância ao ser diagnosticado com cistinose, uma doença genética rara que leva ao acúmulo de cristais de cistina em diversos tecidos, especialmente rins e olhos.
“Pietro nasceu em 26 de dezembro de 2005. A doença começou a manifestar-se quando ele tinha cerca de um ano de idade. Ele não sentava, não engatinhava e parecia não se desenvolver como as outras crianças”, aponta Maria de Lourdes Arcelly Furlan, 54 anos, mãe de Pietro.
Moradores de Araçatuba, interior de São Paulo, mãe e filho começaram uma peregrinação por hospitais e especialistas. Contudo, por se tratar de uma doença rara, demorou quase quatro anos para chegar ao diagnóstico.
Aos 7 anos, Pietro perdeu os rins e precisou iniciar hemodiálise. Ficou cerca de um ano em diálise até fazer o transplante renal, em 6 de outubro de 2014, aos 8 anos.
Mesmo após o transplante, novos desafios surgiram, incluindo complicações decorrentes das medicações. Ainda assim, Pietro transformou a própria experiência em propósito: quer estudar doenças raras e contribuir para o avanço da ciência.
Atualmente com 20 anos, ele encontrou no Hospital Samaritano Higienópolis, da Rede Américas, o suporte necessário para conciliar a rotina intensa de tratamento com a graduação em Biomedicina. “Cada conquista dele é uma vitória”, resume a mãe.
Inovação
Outro marco foi a primeira telecirurgia robótica não experimental da América Latina, conduzida pelo Hospital Nove de Julho em parceria com um hospital de Porto Alegre (RS).

O procedimento, feito a distância com tecnologia de ponta, abriu caminho para ampliar o acesso à medicina de alta complexidade no país.
Esses diferenciais possibilitam que cirurgias complexas sejam feitas com máxima eficiência, mesmo em longas distâncias, abrindo caminho para a democratização do acesso à cirurgia robótica no país.
Além disso, a rede ampliou a aquisição de plataformas robóticas para o Hospital Santa Paula, Hospital Brasília e Hospital da Bahia.
O uso de inteligência artificial (IA) também traz mais celeridade para os resultados de exames. Em apenas 7 segundos a IA consegue fazer uma pré-triagem nos resultados de eletrocardiogramas e alerta possíveis urgências no acompanhamento e tratamento do paciente.
Além de oferecer os tratamentos mais modernos aliando o uso de tecnologia, a Rede Américas participa de pesquisas clínicas globais, que permite que pacientes tenham acesso antecipado a medicamentos inovadores no tratamento do câncer de mama e ovário.
“Esse último ano foi marcado pela consolidação de um modelo assistencial que combina escala, excelência médica e, principalmente, uma cultura muito forte de cuidado. Crescemos, investimos e incorporamos tecnologia, mas sem perder o olhar individualizado para cada paciente.”
Rogério Reis, vice-presidente de Hospitais da Rede Américas
Para o vice-presidente, “mais do que ampliar a rede, nosso foco tem sido aprofundar qualidade. Isso passa por trazer os melhores profissionais, estruturar linhas de cuidado robustas e garantir que o paciente perceba essa evolução na prática”.
Rede Américas
A Rede Américas é a segunda maior rede de hospitais do Brasil, com atuação em sete estados (SP, RJ, PR, BA, PE, SE e RN) e no DF. São 26 hospitais e 38 unidades oncológicas, resultado da joint venture entre Dasa e Amil.
Com mais de 30 mil colaboradores, 34 mil médicos atuantes e mais de 3.800 leitos, une excelência clínica, inovação contínua e olhar humano. Guiada pelo propósito “Paixão por cuidar”, alia qualidade assistencial e segurança em cada etapa do atendimento aos pacientes.


