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Republicanos tenta atrair Michelle Bolsonaro


Presidente do PL, Valdemar da Costa Neto e Michelle Bolsonaro – (Foto: Beto Barata/PL).

O partido Republicanos começou a rondar a senadora eleita Michelle Bolsonaro (DF), atualmente filiada ao PL do marido Jair Bolsonaro. A ex-primeira-dama está às turras com os liberais há algum tempo, com ápice do aborrecimento quando Michelle desistiu da presidência do PL Mulher, que ela estruturou. No partido dirigido por Marcos Pereira, o sonho é a chapa puro-sangue Michelle Bolsonaro e Tarcísio de Freitas, bem avaliado e reeleito no primeiro turno como governador de São Paulo.

Sabotagem

A insatisfação não é com o comando do partido, tipo Valdemar Costa Neto, mas com alas bolsonaristas que não digerem a ex-primeira-dama.

Asas podadas

Michelle é conhecida no partido por exercer com pulso firme o prestígio e a força política que tem, mas há queixas de que, agora, falta espaço.

Potência nas urnas

A senadora consegue acumular votos do eleitor conservador, feminino e evangélico. No DF, teve mais votos do que qualquer outro candidato.

É de casa

O perfil discreto e alinhado à “família tradicional” agrada o Republicanos, ligado à Igreja Universal do Reino de Deus.

Carlos Lupi, presidente do PDT (Foto: Agência Brasil).

Disputas regionais ameaçam federação PDT-PSB

Com um pé e meio na extinção, o PDT tenta se federar – ou ser incorporado – pelo PSB para não desaparecer de vez. Pedetistas contaram à coluna que adversários regionais estão sendo obrigados a dividirem a mesma legenda em razão da “salvação emergencial”, como já chamam no partido de Carlos Lupi. O desarranjo de maior destaque está no Ceará, onde André Figueiredo (PDT) e Cid Gomes (PSB) podem ter que voltar a se cruzar nos corredores da federação, caso ocorra.

Lula, o pivô

O pau quebrou entre Gomes e Figueiredo em 2023. Cid costurando apoio do partido a Lula, mas André, com apoio de Ciro Gomes, contrário.

Sobra nada

Medalhões pedetistas ameaçam pular fora do partido, que já não tem muito a oferecer. O raquítico PDT só elegeu seis deputados federais.

E só

Anêmico, o PDT ainda tem uma senadora, a solitária Marília Arraes (PE). Governador o partido não vê um desde 2018, com Waldez Góes (AP).

Ingratidão

Caciques do PL no Congresso estão chateados com a pretensão de Tereza Cristina (PP-MS) de disputar a presidência do Senado. Acham que está sendo ingrata com Jair Bolsonaro, que apoia Rogério Marinho.

Qual explicação?

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) serviu como ministra da Agricultura de Bolsonaro, caminho por onde conseguiu o mandato. Agora quer ir contra a vontade do ex-chefe na disputa pela Presidência do Senado.

Pauta definida

Será na próxima semana, em Brasília, a reunião do PSB para definir os rumos do partido sobre a tal federação com o PDT. O encontro, na sede do partido, foi agendado por João Campos, presidente dos socialistas.

Jogatina

Deltan Dallagnol (Novo-PR) acusou Lula (PT) de favorecer bets ao prever alíquota de 0,5% para apostas, contra 8% para vinhos, 4,2% para cervejas e 2,6% para refrigerantes. “Lula ama o tigrinho”, ironizou.

Fatura chegou

Carol De Toni (PL-SC) acusa Lula de prometer mais benefícios na campanha e empurrar a conta ao contribuinte. “Estelionato eleitoral?”, questionou ao criticar a chance de novos impostos que se avizinha.

Pinóquio

“Lula mentiu!”, lembra o senador Rogério Marinho (PL-RN), ao resgatar leviana defesa que o petista fez da redução da maioridade penal. No Senado, a gestão de Lula atuou para barrar a votação.

Bico seco

O deputado Delegado Zucco (PL-RS) criticou o imposto de 4,2% previsto para cervejas. “Primeiro, a picanha prometida virou abóbora”, ironizou, ao lembrar a promessa de Lula de churrasco com cervejinha.

Maré rápida

Há apenas dois anos, em 6 de novembro de 2024, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, era eleito para um segundo mandato e o seu Partido Republicano recuperava a maioria no Senado americano.

Pensando bem…

…preocupa casamento em crise antes mesmo do casório.



Fonte: Gazetaweb