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Saiba quem é o primeiro brasileiro no VAR na Copa do Mundo de 2026


Jogo entre Holanda e Japão tem presença de integrante do Brasil

Rodolpho Toski Marques é o assistente do VAR em Holanda e Japão na Copa do Mundo. Reprodução /CBF

A Copa do Mundo de 2026 ganhou oficialmente o seu primeiro sotaque brasileiro na cabine de tecnologia. No confronto de alta voltagem entre Holanda e Japão, que teve início às 17h de hoje, o árbitro Rodolpho Toski Marques fez história ao atuar como assistente de VAR (AVAR).

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Este é o primeiro jogo dessa Copa do Mundo a contar com um integrante do Brasil na equipe de arbitragem de vídeo. Enquanto as seleções europeia e asiática mediam forças no gramado, cabia a Toski a missão de auxiliar na checagem dos lances capitais.

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Nascido no Paraná, Rodolpho Toski Marques tem 38 anos e carrega uma vasta experiência no futebol nacional e internacional. Integrante do quadro da Federação Paranaense de Futebol (FPF) e da CBF, ele alcançou o ápice ao se tornar árbitro pertencente ao quadro internacional da Fifa.

Nos últimos anos, Toski especializou-se e tornou-se uma das principais referências do país justamente na operação do árbitro de vídeo. Sua precisão e obediência aos protocolos do VAR em partidas do Brasileirão, da Copa do Brasil e da Libertadores o credenciaram a fazer parte do seleto grupo convocado para trabalhar na América do Norte neste ano, culminando na grande oportunidade de hoje à tarde.

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Arbitragem do Brasil em alta na Copa do Mundo

A escalação de Rodolpho Toski Marques para o duelo das 17h reforça o papel de protagonismo que o apito brasileiro vem recebendo da comissão de arbitragem da Fifa em 2026.

Vale lembrar que o país já havia sido coroado logo no pontapé inicial da competição. O árbitro goiano Wilton Pereira Sampaio foi o responsável por apitar a partida de abertura da Copa do Mundo de 2026, comandando com maestria o duelo entre México e África do Sul, diante de um superlotado Estádio Azteca.

Com Wilton brilhando no campo e Toski agora blindando a justiça do jogo na cabine do VAR, o Brasil mostra que, além do talento dos jogadores com a bola nos pés, continua sendo uma escola exportadora de comando e autoridade no esporte bretão.

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Fonte: Gazetaweb