O tempo seco é característico dos meses invernais na maior parte das regiões do Brasil. Com isso, uma série de sintomas se tornam incidentes na população e os casos de doenças respiratórias aumentam significativamente.
As principais áreas do corpo atingidas são os olhos e a pele. Isso se explica porque a baixa umidade do ar deixa os indivíduos mais suscetíveis a processos alérgicos. O ressecamento das mucosas das vias aéreas pode levar a doenças como resfriado, gripe e pneumonia.
- Dor de garganta. O tempo seco tende a favorecer a sobrecarga de microrganismos no ar. Assim, os indivíduos se tornam mais vulneráveis ao surgimento de irritações na garganta, uma vez que há um aumento na espessura do muco das vias respiratórias. Hidração é fundamental.
- Sinusite. As mucosas faciais também sofrem com os efeitos do tempo seco. Isso ocorre porque o clima dificulta a drenagem do muco, de modo a aumentar sua espessura e elevar a disseminação de microrganismos.
- Rinite. É uma resposta do corpo quando o organismo entra em contato com agentes que podem desencadear reações alérgicas, como poeira, pólen, mofo e ácaros.
- Alergias cutâneas. Os processos alérgicos se tornam mais corriqueiros durante o tempo seco devido a alterações na barreira cutânea. Urticária e dermatite de contato são as reações mais comuns.
De modo geral, além da necessidade de se buscar um especialista que prescreva medicações condizentes com o diagnóstico, a hidratação é essencial para a recuperação do organismo. Vale lembrar que a água auxilia em funções vitais do corpo humano, como equilibrar a temperatura, expelir toxinas e transportar nutrientes.
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