VÍTIMA TINHA 6 ANOS
Homem de 46 anos foi localizado e preso na manhã desta terça-feira (7), em Rio Largo
O tio de Peterson Ykaro, de 6 anos, preso suspeito de envolvimento na morte da criança, vivia em situação de rua, mas mantinha contato com a região onde familiares moravam e onde o menino foi encontrado morto, segundo informações repassadas pela Polícia Civil (PC).
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O homem, de 46 anos, foi localizado na manhã desta terça-feira (7), em Rio Largo, após ser identificado na região da Usina Utinga Leão. Ele foi conduzido para a sede da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em Maceió, onde permanece à disposição da Justiça.
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De acordo com a delegada Taciane Pinheiro, coordenadora da DHPP, o suspeito frequentava a localidade e também tinha acesso ao terreno baldio onde o corpo da criança foi encontrado.
Segundo a delegada, a equipe de local de crime apurou que o tio teria levado o menino até o terreno, localizado a cerca de 800 metros da residência da vítima. A Polícia Civil investiga a suspeita de violência sexual e aguarda os laudos periciais para confirmar a dinâmica e a causa da morte.
“Provavelmente ela foi morta por sufocação, asfixia, que vai ser confirmado com a questão do laudo do IML”, afirmou a delegada.
A investigação também resultou na apreensão de um aparelho celular do suspeito, que será analisado pela polícia para auxiliar no esclarecimento do caso.
Ainda segundo Taciane Pinheiro, o homem era uma pessoa conhecida pela família e costumava frequentar a residência da vítima. Até o momento, não havia relatos anteriores de possíveis abusos envolvendo a criança.
Peterson Ykaro desapareceu nessa segunda-feira (6), após ser deixado aos cuidados do tio. Familiares iniciaram as buscas e, horas depois, o menino foi encontrado morto em uma área de matagal na região da Forene, no bairro Cidade Universitária, parte alta de Maceió.
A Polícia Científica realizou a coleta de materiais no local e dará continuidade aos exames que devem contribuir para a conclusão do inquérito.
O suspeito deve passar por audiência de custódia, enquanto a Polícia Civil segue investigando o caso.



