Neste fim de semana, a orla de Maceió deve ficar tomada por foliões que vão acompanhar os blocos das prévias carnavalescas. Com a previsão de altas temperaturas, o banho de mar surge como uma das principais opções de lazer para quem curte a festa. No entanto, é fundamental que os banhistas redobrem a atenção e…
Neste fim de semana, a orla de Maceió deve ficar tomada por foliões que vão acompanhar os blocos das prévias carnavalescas. Com a previsão de altas temperaturas, o banho de mar surge como uma das principais opções de lazer para quem curte a festa. No entanto, é fundamental que os banhistas redobrem a atenção e evitem os trechos impróprios para banho na capital.
De acordo com o boletim semanal de balneabilidade divulgado pelo Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA), metade dos pontos analisados em Maceió apresenta a qualidade da água comprometida. Ao todo, 20 trechos da orla da capital foram avaliados, e 10 deles não são recomendados para banho.
O IMA alerta que, em qualquer época do ano, deve ser evitada a utilização de áreas sob influência de floração de algas, especialmente nos trechos localizados entre a Avenida e o bairro do Sobral, regiões que historicamente registram maior incidência de contaminação.
Em todo o estado, o levantamento aponta que 15 trechos do litoral alagoano estão impróprios para banho. As análises foram realizadas a partir de amostras coletadas nos dias 2 e 3 deste mês, em 68 pontos distribuídos entre as praias do Peba, no litoral sul, e Maragogi, no litoral norte.
No litoral sul, o cenário é mais favorável. Das 23 áreas avaliadas, apenas duas foram classificadas como impróprias: a Praia da Barra de São Miguel, em frente à Rua Edson Frazão, e o Rio Niquim, também na Barra de São Miguel, a cerca de 300 metros da foz. Com isso, a região mantém 91,3% dos pontos próprios para banho, sendo a área com o menor número de restrições no estado.
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Já no litoral norte, três pontos foram considerados impróprios para banho, todos em Maragogi. As áreas afetadas ficam em frente à foz do Rio Salgado, na foz do Rio Maragogi, às margens da AL-101 Norte, e em frente à foz do Rio Persinunga.
A classificação segue os critérios da Resolução nº 274/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Conforme a norma, as praias são consideradas próprias quando, em pelo menos 80% das amostras coletadas nas cinco semanas anteriores, os níveis de Escherichia coli não ultrapassam 800 NMP por 100 mililitros de água. Já os trechos são considerados impróprios quando não atendem a esse padrão ou quando a última amostra apresenta concentração superior a 2.000 NMP por 100 mililitros.
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