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Valdemar admite que fundão não bastará no PL: “Temos que arrecadar”


O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, avaliou à coluna que os R$ 881,6 milhões de fundo eleitoral que o partido receberá não serão suficientes para bancar todas as campanhas da sigla.

Na avaliação do cacique, será preciso arrecadar recursos privados de pessoas físicas — empresas estão proibidas de doar desde 2018. “Temos que arrecadar, senão teremos problema”, diz Valdemar.

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, em entrevista ao Metrópoles
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O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, em entrevista ao Metrópoles

LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova

Presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto
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Presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto

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Presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto

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O dirigente afirma que sua meta é arrecadar cerca de R$ 300 milhões. Em 2022, o então presidente Jair Bolsonaro arrecadou sozinho R$ 90 milhões em doações privadas de pessoas físicas.

“O grande problema é que o dinheiro não dá para fazer tudo que precisa, porque Pernambuco é uma Portugal, o Ceará é uma Espanha e o Brasil é um continente. (…) Nossa intenção é ter R$ 300 milhões de doação para completar”, afirma Valdemar.

Como será a divisão do fundão

Valdemar promete dividir os recursos de forma proporcional. Para deputados federais que tentarão reeleição, ele planeja dar o “teto” de gastos, que, pelos cálculos do PL, deve girar em torno de R$ 3,6 milhões.

Já para a campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Palácio do Planalto, o presidente do PL diz que deve destinar aproximadamente R$ 80 milhões, menos que o teto, que deve superar os R$ 130 milhões.

“O grande problema são as chapas. Se você não ajuda a chapa embaixo, não elege em cima, porque é a soma dos votos da chapa em cada estado. Se você dá o teto lá em cima (para os candidatos mais competitivos) e dá menos embaixo, não faz legenda”, declarou Valdemar.



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