A cunhada de Alan Lourenço da Silva, assassinado junto à namorada Jhessica Mickaely Felix da Silva, e na presença do enteado de apenas quatro anos, no dia 16 de janeiro, no Antares, em Maceió, declarou que a vítima vivia um casamento tóxico com a mulher apontada como mandante do duplo homicídio, a ex-mulher dele. Ela falou com exclusividade para a TV Gazeta.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!
Durante a entrevista, a cunhada afirmou que a família pede justiça porque o casal foi vítima de um crime hediondo. “Morreram com 69 facadas. Não é brincadeira. Foram muitas facadas em um inocente. A versão que contaram à polícia, nesse caso a ré confessa, que já está solta. Era um pai de família, amado por todo mundo. Um rapaz digno e honesto. Alan e ela (a suspeita) viviam um ‘casamento tóxico’. Ele não era agressor, era um homem de bem”, declarou.
Leia também
Ainda segundo ela, desde junho do ano passado, Alan estava separado e conheceu Jhessica, com quem convivia. “Queremos saber por qual motivo ela já está solta. Se a polícia já encontrou os quatro culpados além dela, por que ela foi solta? Queremos resposta”.
No último dia 26, a Polícia Civil de Alagoas cumpriu um mandado de prisão em desfavor da ex-companheira de Alan, apontada pelas investigações como a mandante do duplo homicídio ocorrido no bairro Antares, em Maceió.
O caso causou grande comoção social devido à extrema violência empregada e ao fato de ter ocorrido na presença do filho de Jhessica, uma criança de apenas quatro anos. As informações iniciais apontam que quatro indivíduos invadiram a casa das vítimas e as executaram de forma brutal.


