Yasmin Brunet foi um dos destaques da primeira noite do Metrópoles Catwalk, nesta segunda-feira (14/9), na Arena Mané Garrincha, em Brasília. A modelo desfilou para as marcas brasilienses Biruta e Zinc Complements e conversou com o Metrópoles sobre assuntos que também fazem parte de sua vida fora das passarelas: o misticismo e a experiência com o lipedema.
A modelo, que costuma falar nas redes sociais sobre assuntos como ETs, OVNIs e espiritualidade, contou que as experiências sobrenaturais começaram ainda na infância, como as visões frequentes, que atrapalhavam seu sono.
“Eu via muito espírito. Muito, assim, da minha mãe ter que chamar freira, padre, tudo que você possa imaginar, todas as religiões para benzerem a casa, para me benzerem, porque eu não conseguia dormir”, contou.


Desfile Biruta
Eduardo Iff/Especial para Metrópoles

1ª noite do Metrópoles Catwalk teve Yasmim Brunet, Vivi Orth e Jhona Burjack
Eduardo Iff/Metrópoles

Yasmin Brunet
Eduardo Iff/Especial para Metrópoles

Yasmin Brunet
Eduardo Iff/Especial para Metrópoles

Yasmin Brunet
Eduardo Iff/Metrópoles
Yasmin afirmou que as experiências não se limitavam a enxergar as supostas presenças. “Eles tocavam em mim, eu sentia eles, eu acordava toda a noite, via do meu lado. Era realmente muito ruim”, relatou.
A modelo disse que chegou a rezar para não ter mais as visões. Hoje, segundo ela, a percepção se manifesta de outra maneira. Yasmin afirma que sente a “energia” das pessoas e que evita ficar próxima de quem usa drogas pesadas porque percebe algo diferente ao redor delas.
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Ela também contou que aprendeu com o pai a prestar atenção à primeira impressão que uma pessoa causa. Para Yasmin, uma sensação negativa inicial não deve ser simplesmente ignorada. “Confie na sua intuição”, aconselhou.
Diagnóstico de lipedema
Além do misticismo, Yasmin tem usado as redes sociais para falar sobre a experiência com o lipedema e conscientizar outras mulheres sobre a condição. Ao Metrópoles, ela contou que se sente “muito melhor” depois de receber o diagnóstico e entender a origem de sintomas que enfrentava.
A modelo relatou dores nas pernas, inchaço, aparecimento de roxos e incômodos nas articulações. Ela também contou que já rompeu ligamentos e teve episódios de instabilidade no tornozelo sem compreender, na época, o que poderia estar por trás dos problemas.
“Você aprende a tratar e você aprende que não, isso não é da minha cabeça, isso é das minhas pernas, eu não tô exagerando, isso realmente é uma coisa que existe, é palpável, tem um nome”, afirmou.
Para Yasmin, o diagnóstico trouxe também um alívio por conseguir nomear o que sentia. “Só de você, na verdade, já dar um nome para aquilo que te aflige quando você não sabe o que é, já tira um peso enorme das costas”, disse.




