Search

2º segurança é preso por morte de ciclista confundido com ladrão


Cláudio Rafael Landeiro foi espancado após segurança suspeitar que ele havia roubado a bicicleta que usava. O ciclista morreu na quarta (19)

Divulgação/ Polícia Civil

O segundo segurança suspeito de envolvimento no espancamento que causou a morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro, de 37 anos, em Copacabana, no Rio de Janeiro, foi preso nesta quinta-feira (20/8). Davi Santos Machado se entregou à Polícia Civil na 53ª DP (Mesquita) horas após a prisão de Jorge Luiz Ricardo Dias, de 56, que se apresentou à 12ª DP (Copacabana).

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >

O ciclista Cláudio foi espancado no último dia 12 quando estava de bicicleta. Ele teria sido abordado por um segurança de um restaurante na Rua Barata Ribeiro, que suspeitou que a bicicleta dele era roubada.

Leia também

Segundo testemunhas, o segurança suspeitou e comunicou o caso a um grupo de motoboys. Os motociclistas foram até o endereço de Cláudio, na Rua Felipe de Oliveira, pediram para ele descer e, posteriormente, o espancaram.

Após a agressão, populares acionaram o CBMERJ. O homem foi socorrido e encaminhado ao Hospital Municipal Miguel Couto, mas não resistiu aos ferimentos e morreu nessa quarta-feira (19/8).

Shorts Youtube

A investigação está em andamento na 12ª DP (Copacabana). A polícia ainda tenta identificar os demais envolvidos.

Família pede justiça

Fabiana Motta Landeiro, irmã de Cláudio Rafael Landeiro, usou as redes sociais para cobrar esclarecimentos sobre a morte da vítima. Segundo ela, Cláudio foi brutalmente assassinado.

“Minha mãe e minha irmã compareceram à delegacia para prestar depoimento, junto ao segurança, que foi liberado pela porta da frente. Ele deu entrevistas em frente à DP. Queremos esclarecimentos por parte da Polícia Civil e de todas as autoridades, além da empresa da qual ele se intitula segurança”, disse.

Ela afirmou ainda, que a família não vai descansar enquanto o crime não for esclarecido. “A gente quer esclarecimentos. A gente não vai parar, não vai descansar. Pedimos a colaboração de todos que tiverem alguma informação”, finalizou.



Fonte: Gazetaweb