Tâmara Silva de Oliveira Cordeiro, de 33 anos | Cortesia
A Polícia Civil de Alagoas resolveu indiciar por homicídio doloso na modalidade de dolo eventual, o motorista do caminhão que provocou a morte da servidora pública e auxiliar de educação infantil Tâmara Silva de Oliveira Cordeiro, de 33 anos, na Avenida Rotary, no município de Palmeira dos Índios, nesta terça-feira (21). Leia também: Vídeo: Caminhão…
A Polícia Civil de Alagoas resolveu indiciar por homicídio doloso na modalidade de dolo eventual, o motorista do caminhão que provocou a morte da servidora pública e auxiliar de educação infantil Tâmara Silva de Oliveira Cordeiro, de 33 anos, na Avenida Rotary, no município de Palmeira dos Índios, nesta terça-feira (21).
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As autoridades entenderam ser necessária a mudança após o condutor assumir o uso de “rebite”, um estimulante proibido, antes do sinistro de trânsito.
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O acidente aconteceu enquanto Tâmara pilotava uma motocicleta. O caminhão desgovernado invadiu a contramão, colidiu frontalmente com a vítima e ainda atingiu um poste, a rede elétrica e a fachada de uma clínica veterinária local. A servidora morreu no local, deixando o esposo e dois filhos.
Confissão de uso de droga e versões diferentes
Logo após o impacto, moradores impediram que o caminhoneiro fugisse da cena do crime até a chegada da polícia. De acordo com as investigações, o próprio motorista admitiu no local que havia consumido substâncias ilícitas para inibir o sono:
“Ao constatar que o motorista provavelmente estava sob o efeito de substâncias entorpecentes, ele mesmo relatou aqui para algumas testemunhas que estavam na hora, ele disse que usou rebite e que estava muito… muito louco, vamos dizer assim, nós mudamos a tipificação para homicídio doloso, na modalidade dolo eventual.”, explicou Diogo Martins, chefe de operações da Polícia Civil, em entrevista à TVPajuçara.
Entretanto, ao chegar à delegacia, o acusado mudou o depoimento e alegou ter sido vítima de um assalto, sustentando que o suposto assaltante guiava o caminhão no momento da colisão. A polícia descartou essa versão com base no relato das testemunhas, que afirmaram que o condutor estava sozinho no veículo.
O motorista passará por exames toxicológicos para confirmar a substância no sangue.
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