José Abdias da Silva, de 73 anos, conhecido como Demorô, em registro pessoal. (Foto: Reprodução)
A Polícia Civil considera elucidada a morte de José Abdias da Silva, de 73 anos, conhecido como Demorô. Um segundo suspeito foi preso e, segundo o delegado Humberto Cassiano, confessou participação no crime. As novas informações foram repassadas à redação do BR104. De acordo com Humberto Cassiano, responsável pela investigação, Demorô foi vítima de latrocínio,…
A Polícia Civil considera elucidada a morte de José Abdias da Silva, de 73 anos, conhecido como Demorô. Um segundo suspeito foi preso e, segundo o delegado Humberto Cassiano, confessou participação no crime.
As novas informações foram repassadas à redação do BR104. De acordo com Humberto Cassiano, responsável pela investigação, Demorô foi vítima de latrocínio, roubo seguido de morte, praticado por dois homens.
Suspeito diz que segurou a vítima
O segundo investigado estava foragido e foi localizado pela Polícia Militar em cumprimento a mandado de prisão preventiva expedido pela 3ª Vara Criminal de União dos Palmares.
Durante o interrogatório, segundo Humberto Cassiano, ele confessou que segurou Demorô enquanto Antônio, conhecido como Toinho, golpeava o idoso com uma faca.
Após o ataque, os dois teriam levado roupas, o celular da vítima, uma televisão e um botijão de gás. A Polícia Civil havia representado pela prisão preventiva dos dois suspeitos. Antônio já estava preso desde o início da investigação.
Polícia conclui que houve latrocínio
Humberto Cassiano afirmou que a investigação conseguiu estabelecer a participação dos dois suspeitos e a motivação patrimonial do crime.
Demorô foi encontrado morto dentro da residência onde vivia, em União dos Palmares. A perícia identificou diversos ferimentos provocados por arma branca.
O caso também teve um longo processo de identificação da vítima. Em julho, o BR104 informou que o corpo de Demorô foi oficialmente identificado após comparação das impressões digitais.
Com a prisão do segundo investigado e a confissão relatada pelo delegado Humberto Cassiano, a Polícia Civil afirma ter esclarecido a dinâmica do crime.
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