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PC investiga atropelamento de adolescente na faixa de pedestres; delegado destaca falhas


Rua Wilson, de 15 anos, morreu após ser atropelado na Av. Durval de Góes Monteiro, em Maceió.

A investigação sobre a morte do jovem Ruan Wilson de Lima Silva, de 15 anos, atropelado no dia 25 de agosto na Avenida Durval de Góes Monteiro, ganhou desdobramentos decisivos. A Polícia Civil de Alagoas foca no esclarecimento de falhas no atendimento inicial da ocorrência e na reconstrução do crime de trânsito. O delegado Carlos…

A investigação sobre a morte do jovem Ruan Wilson de Lima Silva, de 15 anos, atropelado no dia 25 de agosto na Avenida Durval de Góes Monteiro, ganhou desdobramentos decisivos. A Polícia Civil de Alagoas foca no esclarecimento de falhas no atendimento inicial da ocorrência e na reconstrução do crime de trânsito.

O delegado Carlos Reis, responsável pelo inquérito, confirmou que o condutor trafegava em alta velocidade e que graves inconsistências marcaram os primeiros procedimentos no local do fato.

Veja também: Família pede justiça contra motorista acusado de atropelar e matar adolescente

A equipe policial estabeleceu a dinâmica exata do atropelamento a partir de depoimentos recentes de testemunhas e análises preliminares da cena.

“O ciclista estava atravessando a faixa de pedestres, caminhando ao lado de sua bicicleta. Ao chegar ao final da travessia, enquanto os veículos aguardavam o sinal fechar, o sinal abriu e ele finalizava a travessia. Ele foi surpreendido por um veículo que vinha em excesso de velocidade, ocorrendo a ação fatídica que culminou na perda da vida do jovem”, afirmou o Delegado Carlos Reis, em entrevista à TVPajuçara.

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A autoridade policial revelou novos detalhes sobre a conduta do motorista e a falta de autuação em flagrante na data do acidente. As apurações apontam que não houve o devido isolamento da área e questionam a atuação das equipes que atenderam a ocorrência.

“O Boletim de Ocorrência foi registrado horas depois pelo próprio autor. Até o presente momento, não temos nos autos a informação de que ele tenha sido conduzido por militares ou por qualquer outra pessoa. Estamos aguardando medidas e requisitando imagens da região e da Central de Flagrantes. O condutor será o último a ser ouvido, após a consolidação de todo o conjunto probatório, mas sua qualificação e endereço já foram totalmente levantados”, destacou o delegado.

A Polícia Civil busca agora imagens de câmeras de segurança de estabelecimentos comerciais do entorno e do circuito da Central de Flagrantes.

Os investigadores trabalham para descobrir como o motorista se apresentou e para identificar homens armados que testemunhas avistaram em veículos descaracterizados no local da tragédia. O suspeito só será interrogado formalmente após conclusão de oitiva de testemunhas.





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