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City apresenta recurso contra condenação por violação de fair play


O Manchester City se manifestou, nesta sexta-feira (2/10), em relação ao processo no qual foi culpado por violar 115 regras financeiras da Premier League. Em comunicado oficial, o clube afirmou que a ação apresenta inconsistências nas evidências, o que não traz segurança para a causa, e recorreu da condenação.

“O Clube é inocente das acusações feitas pela Premier League e existe um conjunto abrangente de provas irrefutáveis ​​que sustentam todas as suas posições relativas a este caso. Continuaremos a respeitar o devido processo legal e, necessariamente, estamos limitados no que podemos dizer além disso até que todos os procedimentos sejam concluídos”, diz a nota.

Manchester City tentará culpar governo após condenação por violação financeira
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Manchester City tentará culpar governo após condenação por violação financeira

Carl Recine/Getty Images

Sheik Mansour bin Zayed Al Nahyan, dono do City
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Sheik Mansour bin Zayed Al Nahyan, dono do City

Martin Rickett/PA Images via Getty Images

City apresenta recurso contra condenação por violação de fair play - imagem 3
3 de 3Michael Regan/Getty Images

O City foi acionado, nesta terça-feira (29/9), pela Premier League. Por meio da nota oficial, a liga inglesa havia informado que o clube tinha até este dia 2 de outubro para recorrer.

As possíveis sanções ainda não foram definidas. A comissão responsável pelo caso pode aplicar punições que vão de advertências e multas à perda de pontos e, em último caso, à expulsão do Manchester City da Premier League.

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do Metrópoles

Entenda o caso

As acusações da Premier League envolvem supostas irregularidades cometidas pelo Manchester City entre 2009 e 2018. O clube foi acusado de não fornecer informações financeiras precisas e de não apresentar detalhes sobre pagamentos feitos a jogadores e treinadores.

A Premier League também acusou o City de violações das regras de Fair Play Financeiro (FPF) da Uefa e dos próprios regulamentos de rentabilidade e sustentabilidade da liga.

Em fevereiro de 2020, a Uefa puniu o clube com uma suspensão de dois anos de suas competições e uma multa de 30 milhões de euros. Cinco meses depois, porém, o Tribunal Arbitral do Esporte (CAS) anulou a suspensão.

O CAS entendeu que as supostas violações do Fair Play Financeiro não haviam sido comprovadas ou estavam prescritas de acordo com os regulamentos da Uefa. O tribunal, entretanto, considerou o City culpado por não cooperar com a investigação e aplicou uma multa de 8,8 milhões de libras.



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