MEMBRO DE FACÇÃO
Polícia trabalha com a hipótese de homicídio seguido de ocultação de cadáver; homem nega
O ex-companheiro da jovem Gleice de Assis, de 22 anos, que está desaparecida após ser retirada de casa à força por homens armados e encapuzados, foi preso por participação no crime. O fato aconteceu no último dia 30 e vem sendo tratado pela polícia como um homicídio seguido de ocultação de cadáver.
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O homem preso é considerado o “disciplina” de uma facção, com envolvimento em tráfico de drogas e organização criminosa. Ele teria participado da expulsão da Gleice da região do Planalto, no Benedito Bentes, após a morte do irmão dela. A ordem era que ela deixasse a região. Ela chegou a sair do Planalto, mas estava morando no Conjunto Caetés, que fica logo ao lado.
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De acordo com o delegado da Polícia Civil (PC) João Marcello, a polícia não sabe ainda de que forma o suspeito participou do crime. Em depoimento, ele negou ser o mandante ou o executor, alegando que não mantinha mais contato com a vítima e nem com pessoas próximas a ela.
“Ele entrou em contradição, considerando que chegou a perseguir algumas delas”, afirma o delegado.
Além disso, o delegado destaca que, no dia seguinte ao sumiço de Gleice, o suspeito deixou a área onde morava e passou a pernoitar na Grota do Rafael, no bairro do Jacintinho, o que levantou suspeitas.
O delegado destaca que toda denúncia que possa fazer a polícia chegar a Gleice é relevante. As pessoas podem denunciar por meio do 181. O sigilo é garantido.




